janeiro 24, 2016

PEDRINHO PEGAÇÃO É A NOVA APOSTA

 
 
PEDRINHO PEGAÇÃO
NA TRILHA DO SUCESSO
 
Pedrinho Pegação diz que, mesmo sendo apoiado por Wesley Safadão, prefere não ser comparado ao principal nome do forró atual. Ele quer ser reconhecido por seu próprio trabalho. “É muito legal contar com o Wesley do lado, porque ele está abrindo as portas para um novo estilo de forró, o qual ele e eu fazemos parte, mas não tem como em comparar com ele. Eu tenho uma trajetória bem menor que a dele e nem gosto desse tipo de comparação. Quero ser reconhecido por meu próprio trabalho”, disse.

PEDRINHO PEGAÇÃO
DOS BAILES PARA O BRASIL

 Por
Kyberli Góes
NOVO JORNAL 
 
A nova aposta do forró eletrônico é de Jucurutu, município situado a 233 quilômetros de distância de Natal. Com 25 anos, Pedro Estevam da Fonseca Neto, mais conhecido como Pedrinho Pegação, já é considerado pelos produtores da área o “novo” Wesley Safadão da música brasileira.

A comparação entre o potiguar e o astro cearense se mostra mais aparente por causa da música. A sonoridade ambos remete a uma mistura entre forró, arrocha e elementos do sertanejo universitário. As letras falam de festas, mulheres, bebidas, farras homéricas e, por fim, muita “pegação”, daí o nome artístico. Um dos vídeos de Pedrinho, para a música "Sextou", já registra dois milhões de visualizações no YouTube.

“Sou forrozeiro”, brinca ele quando questionado como ele definiria o gênero que toca. Com um repertório diversificado de músicas próprias e sucessos do forró e de outros gêneros musicais, Pedrinho ganha cada vez mais adeptos pelo país. “A mistura é o que faz com que nosso trabalho também ganhe destaque”, justifica.

A seleção das músicas para os shows segue a direção do mercado. O repertório sofre muita influência das redes sociais e as rádios. “Sempre estamos ligados nas novidades”, ressalta. Ele explica que a produção faz uma seleção dos hits que julgam mais interessantes para as gravações. A  participação dos fãs também influencia nas escolhas.

Com uma média de 20 apresentações por mês, Pedrinho define o momento como um dos melhores da sua carreira.

Para ele, 2015 foi um ano diferente, principalmente após a parceria com a Luan Promoções, uma das mais conceituadas agências de entretenimento do país. “Essa nova parceria foi um divisor de águas na minha carreira”. “Não adianta só o talento. Então a Luan está me levando a um patamar que talvez eu jamais chegaria”, acrescenta.

Pedrinho Pegação diz que, mesmo sendo apoiado por Wesley Safadão, prefere não ser comparado ao principal nome do forró atual. Ele quer ser reconhecido por seu próprio trabalho. “É muito legal contar com o Wesley do lado, porque ele está abrindo as portas para um novo estilo de forró, o qual ele e eu fazemos parte, mas não tem como em comparar com ele. Eu tenho uma trajetória bem menor que a dele e nem gosto desse tipo de comparação. Quero ser reconhecido por meu próprio trabalho”, disse. 
 
 
 
DOS BAILES PARA O BRASIL

Pedrinho conta que a música faz parte da sua vida desde criança. “Eu sempre gostei de cantar”. Teve o apoio da mãe desde que se decidiu por trilhar os caminhos da música. “Ela sempre me incentivou”, conta.

Além da matriarca, os demais familiares e amigos foram incentivadores para o pontapé inicial da carreira. “Eles me viam cantar e diziam que eu tinha futuro. Falavam para eu ir embora para Natal”, relembra.  Mas, antes de investir no ramo, Pedrinho trabalhou na loja de matérias de construção do tio.

Paralelo à rotina de trabalho, ele e os amigos resolveram montar uma banda baile, comum no interior. Logo, desistiu do serviço na loja e resolveu investir na carreira musical. “A gente começou a fazer pequenos shows em casamentos e aniversários”.

Pedrinho também chegou a se juntar com uns amigos de Florânia, cidade próxima de Jucurutu, para montar uma banda. “A ideia era abrir os shows de atrações maiores”, explica.

Em 2009, ele veio para Natal. A primeira banda de Pedrinho foi a Pisada de Bakana. Em seguida, surgiu o grupo Forró da Pegação, que originou o nome artístico e o início de sucesso no Nordeste. Com a banda Pedrinho viajou por várias regiões do país, gravou e emplacou sucessos. “A banda me abriu as portas para esse mundo, para que as pessoas me conhecessem”, diz.

A banda passou por reformulações incluindo a base dos músicos e outras especificidades de um conjunto musical. Agora, o forró da Pegação passou a ser Pedrinho Pegação, levando somente o nome do cantor como destaque.

Com a agenda cheia, o grupo tem como destaque um dos hits mais tocados no ano passado. Intitulada de “Sextou”, a música estourou nas rádios. “É muito gratificante chegar e me deparar com a galera cantando sua música, curtindo o seu trabalho. Não há sensação melhor”.

Apesar das viagens, Pedrinho conta que cantar em casa é sempre um diferencial. “Cantar no Rio Grande do Norte é outra emoção. É diferente”, afirma. 
 
 
 
AJUDA DOS OCTÓGONOS

Em setembro de 2013, já conhecido por entrar no octógono com músicas irreverentes, o lutador potiguar Renan Barão usou a música “Subindo feito Pipa”, do Forró da Pegação, antes de subir ao ringue do UFC 165, no Canadá. A música logo ganhou as redes sociais.

Pedrinho e Renan são amigos. E não foi a única vez que isso aconteceu. Antes, em fevereiro do mesmo ano, o lutador também usou outro hit da banda na edição do UFC Londres daquele ano. Desta vez foi com a música “Tô topando tudo”.

O uso das músicas de Pedrinho antes das lutas gerou uma atenção do público e de empresários para a banda. As músicas passaram a ser tocadas em rádios e ganhou até repercussão internacional. “Agora espero que venham outros sucessos e mais coisas boas”, comenta.

Em 2014, Pedrinho chegou a ser detido por desacato após um show na Festa de Reis de São Caetano, interior de Pernambuco. Conforme divulgado na imprensa à época, ele teria ultrapassado o horário limite da festa, que era até 2h.

Com isso, a Polícia Militar da cidade subiu ao palco pedindo que fosse encerrado o show, o que não aconteceu. Pedrinho foi levado para delegacia local, sendo liberado após o pagamento da fiança.

O vídeo da ocorrência repercutiu nas redes sociais. A ferramenta também foi usada pelo músico para esclarecer o fato. Na ocasião, ele condenou a abordagem da polícia e alegou que foi se despedir do público quando foi surpreendido pelos policias.

Ele também ganhou notoriedade por outro evento sem qualquer relação com a música. Em 23 de junho do ano passado, quando saía de um show na cidade pernambucana de Paudalho, o veículo de Pedrinho da Pegação capotou nas proximidades do município de Bezerros, no interior de Pernambuco. O motorista do cantor, identificado como Madson, e o baterista da banda, Valfran, estavam a bordo, mas saíram ilesos. Pedrinho, entretanto, seguia em outro veículo, junto com o empresário, Leonardo Martins.

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PEDRINHO PEGAÇÃO
 
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janeiro 22, 2016

UM RESGATE EM NOME DA MEMÓRIA

 CASARÃO RESTAURADO
 
Casarão histórico de número 479 da Avenida Deodoro da Fonseca, Natal/RN.
Um dos últimos prédios da capital potiguar a reter características
 da  arquitetura neoclássica e art nouveau.

UM CASARÃO RESGATADO
 
Por
Yuno Silva
Tribuna do Norte

Um dos últimos imóveis de Natal a conservar características da arquitetura neoclássica e art nouveau, o casarão número 479 na Av. Deodoro da Fonseca, em Petrópolis, recebe os retoques finais antes da restauração ser dada por concluída.
 
Construída no início do século 20 com materiais importados da Europa, a edificação é tombada pelo patrimônio estadual desde 1989 e a partir do mês de fevereiro será a nova sede da empresa Dois A Engenharia. O trabalho de restauração foi iniciado em 2013, mas passou quase um ano em banho-maria por questões burocráticas. Para evitar conflitos com a já rarefeita memória arquitetônica da capital potiguar, o prédio novo erguido nos fundos do terreno terá fachada espelhada para valorizar a silhueta do palacete que pertenceu à família do médico Varela Santiago (1885-1977).
 
Como toda restauração séria que preze, o material utilizado foi o mais próximo possível ao encontrado nos idos de 1900 e poucos: padrões de azulejos e cerâmicas foram refeitos, o piso recuperado, boa parte das ferragens vieram de lojas especializadas no Recife, as esquadrias reconstruídas de forma artesanal, a fachada refeita em detalhes e a pintura definida após a cor original ter sido identificada.
RECUPERAÇÃO E MEMORIAL

Um dos destaques do projeto original, um forro belga feito de metal trabalhado em relevo que adornava dois cômodos, é o grande desfalque da restauração. “Estava bem deteriorado e não conseguimos encontrar um material semelhante. Os técnicos acabaram optando por refazer o forro de madeira no mesmo padrão dos outros ambientes”, disse João Neto, engenheiro responsável pela obra.

O engenheiro Alcio da Costa Pereira prestou consultoria na condução do restauro, e a arquiteta Olga Portela assina os projetos do prédio novo, da funcionalidade do casarão e da integração dos dois prédios. “Em uma das salas criamos uma espécie de memorial, com exposição de peças originais substituídas durante a restauração”, informou Olga, que desenhou um edifício em “L” para que uma árvore fosse preservada. A casa se tornará um misto de espaço social e acervo da história da empresa, com biblioteca técnica e mostruário dos serviços oferecidos e projetos realizados.

"ESTAVA SE ACABANDO"

Na parte de trás, a nova,  funcionarão os escritórios e a administração; no casarão ficam a recepção, atendimento ao público e o setor de Recursos Humanos. Um detalhe do palacete é o 'meio-porão', com 80 centímetros de altura, também restaurado, onde ficam as instalações hidráulicas.

A arquiteta contou que ainda se cogita fabricar uma réplica do forro de metal. “De qualquer forma o pouco que sobrou será guardado como relíquia”. Ela lembrou que o imóvel estava “totalmente abandonado e em estado deplorável. Estava se acabando”.

O engenheiro Sérgio Wiclife, do setor de Patrimônio da Fundação José Augusto, órgão estadual responsável pelo tombamento, acompanhou o desenrolar do serviço. “Foi um trabalho de várias mãos feito com muito carinho”, garantiu o empresário Flávio Azevedo, da Dois A Engenharia, que citou o engenheiro Antônio Arruda Câmara, responsável pela fabricação artesanal das esquadrias de madeira. “Os profissionais que refizeram a fachada também fizeram um trabalho fantástico”, comemora.
VALOR AGREGADO
 
“Sou natalense e um entusiasta do patrimônio da cidade. Comecei a trabalhar na Ribeira, cercado por prédios antigos, e acredito que faça parte do compromisso da atividade empresarial considerar os significados históricos. Entendo que aquele prédio, que tem características muito especiais, faz parte da memória de Natal”, disse Azevedo.

Para ele não adianta só pensar no lucro: “O valor econômico de um imóvel tombado pelo patrimônio, na verdade, fica em segundo plano; há muitas limitações para se construir ou reformar. Nesses casos o valor cultural e subjetivo agregado é bem maior”, avalia. O empresário contou que a decisão de restaurar o casarão teve dois motivos principais: o primeiro é a localização privilegiada, tanto para clientes como para funcionários, e o valor cultural que agrega à imagem institucional da empresa. “Os empresários têm obrigação com a cidade”, reforça.

Flávio Azevedo destaca a necessidade de se preservar e restaurar o conjunto do patrimônio histórico no bairro da Ribeira, “de valor histórico imensurável”, e lamenta que a tendência atual seja “cair” por falta de conservação: “Seria muito bom se a Prefeitura oferecesse algum tipo de compensação para quem estivesse interessado em restaurar”, acredita.

Onésimo Santos, ex-superintendente do Iphan-RN, declarou ao VIVER, caderno cultural do jornal Tribuna do Norte, em 2013, quando as obras estavam iniciando, que a restauração do casarão da Deodoro pode trazer resultados positivos à memória histórica da cidade: “A atitude do proprietário de restaurar o prédio é louvável e pode estimular outros a fazer o mesmo”.

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 www.tribunadonorte.com.br
 
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janeiro 18, 2016

POTIGUARTE É TOP 100

 
 UAU!!!
SOMOS TOP 100, HEIN?
 
BLOG POTIGUARTE NO 2º TURNO DO PRÊMIO TOP BLOG
 
A organização do prêmio Top Blog acaba de nos confirmar que estamos no elenco dos 100 melhores blogs, categoria arte e cultura, editoria profissional, e aptos para encarar o segundo turno deste conceituado torneio. 
 
E JÁ FOI DADA A LARGADA...
 
O blog Potiguarte agradece o seu imenso apoio por nos propiciar mais esta conquista! Agora, dado início para o segundo turno, você terá a oportunidade de votar até três vezes ao dia em nosso projeto e, confesso, isso é muito bom! 
 
Para nos confiar o seu voto, do lado esquerdo deste texto, bem visível e atraente, encontra-se o Selo de votação para o prêmio Top Blog! É só clicar nele e você será direcionado para a página do concurso e nos encontrar! Pronto! Seu voto será computado com sucesso!
 
Caso queira, fique à vontade para compartilhar esta postagem, o que nos deixará mais próximo do nosso sonho!
 
Segue o link para votação, aqui:
http://www.topblog.com.br/candidatos/#projeto/89742
 
Um brinde a tudo a tudo isso, hein?
www.potiguarte.blogspot.com.br

janeiro 12, 2016

GAROTO POTIGUAR NO THE VOICE KIDS BRASIL

ELIZALDO ALVES

O talento para música dos brasileiros é imensurável e encontrado em todos
os rincões desse país imenso. É o caso do menino Elizaldo Alves,
12 anos, natural da cidade de São Vicente, que terá a
missão de representar o RN no The Voice Kids
Fotografia: Reprodução

GAROTO POTIGUAR SE APRESENTARÁ NO THE VOICE KIDS

Por
Fátima Souza
Redação do Portal CN

No próximo domingo, dia 17 de Janeiro, todo o Rio Grande do Norte estará na torcida desse potiguar que reside na cidade de São Vicente, interior do Rio Grande do Norte. O talentoso jovem Elizaldo Alves se apresentará no palco do The Voice Kids, da Rede Globo.

O talento para música dos brasileiros é imensurável, e encontrado em todos os rincões desse país imenso. Assim, é o caso do menino Elizaldo Alves, 12 anos, natural da cidade de São Vicente, que terá a difícil missão de representar o RN no disputado The Voice Kids Brasil 2016. O The Voice Kids acontece logo após a Escolinha do Professor Raimundo.

 Filho de uma família humilde, Elizaldo nasceu com o dom da música, que vem mudando sua vida. O adolescente venceu a timidez e o problema de lábios leporinos, e quando apareceu a oportunidade de cantar, ainda quando participava do programa do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), agarrou e não soltou mais.

Católico e devoto de Nossa Senhora Aparecida, o sucesso do talentoso Elizaldo foi evidenciado quando começou, aos 10 anos, a cantar no coral na igreja de São Vicente Férrer, em sua cidade natal. Estudante do 7º ano, o menino de sorriso fácil e apaixonante, tem o sonho de se tornar um astro da música religiosa.

THE VOICE

 A inscrição para o The Voice Kids, da Rede Globo, foi feita pelo coordenador de um grupo da igreja e conselheiro tutelar, Abrãao Nunes, com a autorização da mãe de Elizaldo. A partir daí os amigos da igreja promoveram um verdadeiro mutirão para produzir o vídeo para participar do programa.

Elizaldo teve que ir, com ajuda de conterrâneos, para Fortaleza para a seletiva Nordeste, quando foi aprovado, para a etapa Nacional. A participação do seridoense está marcada para o próximo domingo, dia 17 de janeiro, quando terá que soltar a voz e convencer os técnicos a virarem as cadeiras.

 Essa é a primeira edição do The Voice Kids no Brasil, voltada para talentos musicais entre 9 de 15 anos de idade. A versão infanto-juvenil do programa possui um formato semelhante a versão adulta do The Voice Brasil. A grande final do programa acontecerá no dia 20 de março, e o grande campeão ganhará o prêmio de R$ 250 mil e a gravação de um álbum pela Universal Music.

 “The Voice Kids" é uma versão infantil do reality musical "The Voice Brasil". A competição mirim, comandada por Tiago Leifert, tem como técnicos a cantora Ivete Sangalo, a dupla sertaneja Victor & Leo e o músico Carlinhos Brown, remanescente do programa adulto.

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janeiro 01, 2016

UMA APRESENTADORA TROPICAL

 PRISCILLA FREIRE

Alma baiana e o coração natalense, Priscilla Freire, a cara da TV Tropical
no Carnatal, não perde a animação e o  sorriso fácil  ao revelar
planos para a carreira em entrevista ao Novo Jornal
Fotografia: Divulgação

PRISCILLA FREIRE
A IRREVERÊNCIA DE UMA APRESENTADORA

Por
Kyberli Góis
NOVO JORNAL
 
Ao chegarmos ela já estava com celular e o tablet na mão, talvez compartilhando com os mais de 66 mil seguidos no Instagram, 4.902 no Facebook ou 23 mil no Twitter os seus mais recentes cliques do programa que apresenta. O vestido era azul florido, refletindo um pouco da personalidade de quem o vestia. Sem brincos, por causa de um acidente durante uma das quatro noites de Carnatal, e com a voz um rouca também em função do ritmo acelerado da micareta, a apresentadora Priscilla Freire não perde a animação e o sorriso fácil.

Apesar da alma baiana e do coração natalense, a paranaense natural de Foz do Iguaçu, de 30 anos, é uma andarilha. Por conta do pai, administrador hospitalar, ela morou em Minas Gerais, São Paulo e Bahia, onde passou boa parte da infância e início da adolescência. Mais recentemente estabeleceu moradia em Natal.

Aos 14 anos ingressou na música, sempre acompanhada da mãe. “Comecei a cantar profissionalmente em Minas, em uma banda de baile”, relembra. Com um repertório onde “tocava de tudo”, os ritmos variavam entre os mais lentos ao axé music, que ela já amava. Recorda que contou com uma ajudinha do pai.

“Ele [pai] era da maçonaria da cidade, que precisava de banda para tocar nos eventos, mas ele disse que a banda só tocava se eu cantasse. Como a banda era do açougueiro da cidade, ele teve que ceder às vontades do meu pai senão não ia tocar”, lembra aos risos.

Quando passou a morar em Natal, aos 16 anos, as portas do mundo artístico começaram a se abrir. Desta vez, com um ritmo um pouco diferente e bem tradicional do Nordeste: forró. Chegou a fazer parte da banda Cebola Ralada e Cavaleiros do Forró. Destas empreitadas, contou que sofreu mas também aprendeu muita coisa. “Estava sozinha, era mimada e todos me ajudaram bastante. Lembro que só tomava toddynho e comia pão com presunto e queijo. Na estrada você aprende a comer outras coisas, como pão com ovo, pão puro”, exemplificou, também aos risos.

Com 18 anos deixou de ter a companhia da matriarca e começou a engatinhar sozinha. Aos 19 conheceu o atual marido, o advogado Guilherme Amorim e engravidou da única filha, Gabriella Freire, a qual chama carinhosamente de Gabi e, às vezes, Gaba. Com 11 anos, a menina, inclusive, já pensa em seguir o caminho da mãe. “Ela já me pede um quadro no programa voltado para o público adolescente”, relata.

SONHO E FRUSTRAÇÃO

Com o nascimento da primogênita, Priscilla optou por dar uma parada na carreira e se voltar para os cuidados da recém-nascida. Com a filha chegando aos seis meses, retomou a carreira. Com apoio do marido gravou um disco e, por conseqüência, garantiu um hit de sucesso nas rádios natalenses com a música “Cupido Vadio”. “Menina, a música era primeiro lugar nas rádios. Eu ficava ligando de casa e ainda pedia para todo mundo ficar ligando e pedindo também”, comenta.

Após um show da cantora Márcia Freire, o empresário da cantora baiana enxergou em Priscilla potencial artístico. Fez logo o convite para a loura ir para Salvador. “Ele disse que eu tinha que ir embora porque meu negócio era axé, não era forró”, lembra. Nesse momento, durante a entrevista, a pequena Marina, de cinco anos, sobrinha de Prisicilla, brinca: “Que história longa, hein?”. Ao que Priscilla responde: “Longa mesmo”.

Na sequência da conversa, a cantoria rememora que paralelo ao convite ela já tinha iniciado os trabalhos no Carnatal, há 12 anos.  A primeira participação foi pela TV União. Logo depois aceitou a proposta e se mudou para Salvador novamente. Em Natal ficou a filha. “A gente não sabia o que ia acontecer lá, então deixamos ela aqui”, diz. Com o semblante mais sério, ela destaca que todo mês vinha visitar a menina ou ela seguia para a capital baiana. Quando Gabi ultrapassou um ano, a família voltou a se reunir. “Levamos ela para lá”, conta.

Ao chegar em Salvador entrou para a Banda Dona Menina para, na sequência, ser descoberta pela produção de Ivete Sangalo. Com isso, recebe um novo convite para integrar a banda Kondendê. “Foi ela que me deu maior visibilidade”, defende. Na terra dos consagrados Bell Marques, Cláudia Leitte, Durval Lelys e Ricardo Chaves, Priscilla Freire ganhou, em 2009, o prêmio de artista revelação do carnaval de Salvador.

AXÉ MUSIC PEDRDE ESPAÇO PARA O SERTANEJO E FUNK

Com o início da popularização do sertanejo e do funk no Brasil entre os anos de 2010 e 2011, o axé music perdeu espaço e, com isso, alguns artistas tiveram que se reinventar. Não foi deferente com Priscilla. “Ficamos com um mercado muito pequeno e não estava mais dando para viver só de música”, relata. Com as dificuldades financeiras que logo surgiram em virtude da escassez de trabalhos, familiares e amigos insistiram para que ela, Guilherme e Gaba voltassem para a capital potiguar.

Para ela, a decisão foi difícil, um sinônimo de fracasso. “Era tipo: você não deu certo em nada, então vai voltar para sua terra, nem era minha terra, mas hoje é e não quero sair daqui nunca”, conta. Após conversar com o marido, a família retornou para Natal. Com pouco mais de 15 dias de retorno à cidade surgiu o convite para apresentar um programa de TV na afiliada da Rede Bandeirantes, em Natal. Na casa ficou por quatro anos, porém, antes se assustou com a proposta. “Eu não sabia nada de televisão oficialmente, apenas bagunça durante o Carnatal. Não sou jornalista, sou turismóloga e cantora”. A graduação foi concluída em Natal, na UFRN. Ela recorda que tentou cursar música em Salvador, mas nunca terminou.

Com a garantia de que tudo ia dar certo e novamente o apoio do marido, ela resolveu aceitar o desafio, e não deu outra: gamou “Eu sou hoje uma apaixonada por televisão e quero fazer o resto da minha vida isso”, diz ela, que acrescenta: “Tenho a música ainda no coração, sempre faço algumas participações, faço o carnaval no interior de São Paulo e Minas há mais de sete anos. Isso renova minha alma, mas a TV toma muito meu tempo hoje”, ressalta.

Por falar na experiência na televisão à frente do Band Mulher, os sonhos começaram a ficar mais altos. “Comecei a querer um programa maior, com culinária, que pudesse receber mais gente e veio o convite da afiliada da Record no RN, a TV Tropical. “Negociamos por cerca de três meses”.

CARNATAL 2015

Por falar na micareta símbolo da cidade, Priscilla logo abre um sorriso mais farto. Já é uma veterana na micareta. São 12 participações até agora. Para ela, a festa desse ano teve um gostinho especial. “Você não tem noção o que foi para a TV estar nesse primeiro ano de transmissão continua da festa. Antes faziam flashs. A TV inteira se mobilizou, trabalhou e se envolveu para ver o Carnatal na Tropical acontecer”, discorre.

A emissora não transmitia de forma direta a micareta há aproximadamente 20 anos e retornou este ano, inclusive, em parceria com o NOVO que transmitiu a festa com o sinal da Tropical pelo site do jornal. “Conseguimos fazer com sucesso. Tenho certeza que ano que vem vai ser muito maior e melhor”, acrescenta.

Para este ano, Priscilla não pede muito. “Quero que meu programa dê mais certo, quero novos parceiros, quero que as pessoas assistam mais. Se me perguntarem se ainda quero mais alguma coisa, eu digo que não quero mais nada. Se eu permanecer assim o resto da minha vida e estou muito feliz”, afirma.

Sobre a possibilidade de um irmãozinho para Gabi, ela dá uma gargalhada e brinca. “Ela pede muito, mas a fase que a gente vive hoje, tanto eu como Guilherme, agora no momento não rola muito não”.

E o segredo para manter animação diária também não é um mistério. “Quando a gente gosta fica muito mais fácil. Muito amor pelo que eu faço, por essa profissão que eu agarrei e eu amo fazer isso; acho que por isso dá certo, funciona”, conclui.  

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 www.novojornal.jor.br
 
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dezembro 25, 2015

FELIZ NATAL EM NATAL

 
FELIZ NATAL EM NATAL
Uma cidade com 416 anos em ritmo de verão

A capital do Rio Grande do Norte, que nasceu no dia 25 de dezembro
 de 1599, se orgulha de viver o Natal o ano inteiro. 
 
 NATAL
A PRINCESINHA DO ATLÂNTICO 

Por
 Ascom MTur 
 
Cidade do Sol e do sal; Terra dos Santos Reis; Esquina do Continente; Capital Espacial do Brasil; Trampolim da Vitória ou simplesmente Natal: das dunas, do rio, do mar… É Natal em Natal! Iluminada pelo sol que brilha todos os dias do ano, a capital do Rio Grande do Norte também tem como símbolo a sugestiva estrela de Belém, formato da Fortaleza dos Reis Magos, que “protege” a cidade, banhada pelas águas do Potengi e do Atlântico, e emoldurada de dunas por todos os lados.

A fortaleza de cinco pontas, principal atrativo histórico de Natal, remete os visitantes ao dia 6 de janeiro de 1598 quando os portugueses ali chegaram e, como que guiados pelos Magos do Oriente, conquistaram o território dos potiguares ou comedores de camarão na língua indígena. Essa história, rica em detalhes, resultou no núcleo urbano, em volta de uma capela, onde, no ano seguinte (1599), a cidade celebrou seu nascimento no dia do Natal. A conquista pôs fim ao cortejo dos franceses pelo território potiguar mas, situada em local estratégico para os colonizadores, Natal caiu no domínio Holandês do Nordeste e, por 21 anos, foi a Nova Amsterdam das Índias Ocidentais.

Entre disputas envolvendo diversas nacionalidades, a localização do forte foi fundamental para a expansão do domínio português além da esquina do continente. Mais tarde, a cidade seria parada obrigatória para os pioneiros da aviação ao cruzarem o Atlântico Sul. Já na 2ª guerra Mundial, Natal foi reconhecida pelos americanos como o Trampolim da Vitória ao se tornar uma das principais bases americanas fora dos Estados Unidos. A cidade ainda abriga o Centro de Lançamento de Foguetes da Barreira do Inferno. Um Centro de Cultura Espacial, no local, é parada obrigatória para quem se dirige ao sul de Natal pela Rota do Sol, onde estão localizadas algumas das praias mais procuradas neste verão, além do maior cajueiro do mundo.

Aqui é o lugar para curtir o litoral intensamente, numa experiência única que envolve não apenas se deitar ao sol, mas também contemplar e explorar suas belezas naturais e curtir os passeios pelo mar, que aproximam os turistas das suas riquezas marinhas, em torno dos recifes de corais.

...fonte...
www.turismo.gov.br 

...fotografia...
Canindé Soares 

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