junho 20, 2017

POTIGUAR VENCE PRÊMIO SESC LITERATURA


JOSÉ ALMEIDA JÚNIOR
 "Última Hora" desbancou outros 979 romances inscritos

MOSSOROENSE VENCE EDIÇÃO NACIONAL DO 
PRÊMIO SESC DE LITERATURA 2017

Via
Portal Sesc

José Almeida Júnior, natural de Mossoró/RN, sagrou-se vencedor no Prêmio Sesc de Literatura 2017, categoria Romance. "Última Hora", seu livro, desbancou outros 979 romances inscritos. Neste ano foram registradas 1.793 inscrições, sendo 980 Romances e 813 livros de Contos. O paulista João Meirelles Filho, com a obra "Poraquê e Outros Contos", foi o vencedor na categoria Contos.

ÚLTIMA HORA

O romance trata de uma narrativa histórica passada no jornal fundado por Samuel Wainer sob ponto de vista de um personagem fictício chamado Marcos. Por ter sido vítima de tortura no Estado Novo, Marcos reluta em trabalhar para o periódico, mas acaba aceitando a oferta de Wainer em razão de problemas financeiros. Vivendo o dilema de escrever para um jornal que apoia o governo de Vargas, Marcos acompanha a Última Hora desde a fundação até as crises que quase levam ao seu fechamento. Para embasar os fatos históricos narrados no romance, o autor consultou jornais da época, anais da Câmara dos Deputados, autos da CPI que investigou o Última Hora, além de vasta bibliografia, que incluiu biografias, livros de história, dissertações de mestrado e teses de doutorado a respeito do tema.

O PRÊMIO

Revelar novos talentos e promover a literatura nacional são propósitos do Prêmio Sesc de Literatura. Lançado pelo Sesc em 2003, o concurso identifica escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. Além de incluir os autores em programações literárias do Sesc, o Prêmio também abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados pela editora Record e distribuídos para toda a rede de bibliotecas e salas de leitura do Sesc em todo o país. Mais do que oferecer uma oportunidade a novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura cumpre um importante papel na área cultural, proporcionando uma renovação no panorama literário brasileiro.

JOSÉ ALMEIDA JÚNIOR

Natural de Mossoró-RN, o autor é formado em Direito pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte-UERN, com pós-graduação em Direito Processual pela Universidade do Amazonas-UNAMA e em Direito Civil pela Universidade Anhanguera. Há dez anos reside em Brasília, onde exerce o cargo de Defensor Público do Distrito Federal.

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Divulgação

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junho 06, 2017

JUSTIÇA FEDERAL NO RN LANÇA GIBI


COM O FOCO NO PÚBLICO INFANTIL, JUSTIÇA FEDERAL DO RN
LANÇA O GIBI "TURMA DO DELGADO"

Por
ASCOM/JFRN

Em uma concorrida solenidade, a Justiça Federal no Rio Grande do Norte lançou a publicação “Turma do Delgado”, um gibi voltado para despertar a cidadania nas crianças. A revista traz como personagens profissionais que deixaram sua marca na história da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte.

O nome do gibi “ Turma do Delgado” é em homenagem ao ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça José Augusto Delgado,que atuou como Juiz Federal na JFRN. O atual ministro do STJ Luiz Alberto Gurgel de Faria, os Desembargadores Federais aposentados Araken Mariz de Faria e Francisco Barros Dias, e as servidoras Maria Isabel Gurgel Umbelino e Marineve Vasconcelos também são personagens da revista em quadrinhos.

A revista foi produzida pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte e contou com o apoio da Federação da Indústria do Estado do Rio Grande do Norte.

A idealização do projeto foi do Juiz Federal Mário Azevedo Jambo, os magistrados Carlos Wagner Dias Ferreira e Gisele Araújo Leite, colaboraram para a produção e os textos são da supervisora de Comunicação da JFRN, jornalista Anna Ruth Dantas.

Durante o lançamento da publicação, que ocorreu na abertura da aula magna do curso de pós graduação em Direito e Gestão do Judiciário, o Diretor do Foro da JFRN, Juiz Federal Marco Bruno Miranda Clementino ressaltou o trabalho desenvolvido a partir do gibi para a formação das futuras gerações: “Dois elementos importantes: a parceria público-privada e a busca da formação ética das futuras gerações. Muitíssimo feliz com esse projeto”.

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maio 22, 2017

TALMA & GADELHA EM TOUR INTERNACIONAL


Você ainda pode ajudar esta banda
a realizar a sua primeira tour internacional

TALMA & GADELHA
TOUR INTERNACIONAL DE UMA BANDA POTIGUAR

Por
Catarse

Prestes a viver um dos momentos mais importantes da carreira, a banda Talma & Gadelha pode cancelar, por falta de apoio, a primeira turnê que faria na Europa.especificamente em Portugal. A oportunidade está agora na reta final, uma campanha de financiamento coletivo no site Catarse. A campanha ficará no ar mais alguns dias, mas atualmente tem apenas 49% de sua meta alcançada.

“É a primeira vez que recebemos um convite pra fazer shows fora do país e através de uma equipe que se identifica e trabalha com o nosso tipo de som. Isso torna a proposta mais especial e nos dá mais chances de alcançar pessoas que podem gostar do que fazemos”, explica  Simona.

“É uma honra, uma forma de resistir e dar continuidade ao trabalho da banda. E a sua participação é fundamental para que possamos levar nossa arte a novas fronteiras, abrir caminhos para outras bandas, artistas e fomentar um novo mercado de música brasileira independente na Europa”, menciona Simona.

Com 6 anos de carreira, 3 CDs lançados, 7 Clipes e vários shows pelo Brasil, a Talma&Gadelha é uma das bandas mais emblemáticas e atuantes do Rio Grande do Norte. Com uma base de fãs muito sólida, a banda tem em sua nova formação um time de peso da música potiguar com a presença de Ana Morena (baixo), Thiago Andrade (guitarra) e Yves Fernandes (bateria). "Juntos fizemos uma pequena tour pelo RN, muitos shows pela cidade e lançamos, em março desse ano, o single “Me Beija”, em Portugal, através da Music For All", complementa a vocalista da banda.

A Music For All é empresa portuguesa que apoia talentos emergentes, nacionais e internacionais e faz um trabalho de planejamento e gestão das suas carreiras. A convite deles, a Talma&Gadelha realizará sua primeira tour internacional.

Além de agendamento de shows do Talma&Gadelha em várias cidades portuguesas como Braga, Porto, Lisboa e Freadmunde, a Music for All também faz uma grande assessoria de imprensa, que envolve os lançamentos e divulgação dos singles da banda no país até junho será lançado o single "Alucinando", com ampla divulgação em rádios, TVs, jornais e revistas de todo país.

Colabore, divulgue e participe!
Saiba como ajudar, aqui:
www.catarse.me/talmaegadelha

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INSTÂNCIA DAS ARTES CONCORRE A PRÊMIOS


ESTANTE LIVRE E INSTÂNCIA DAS ARTES, PROJETOS CULTURAIS DA
JUSTIÇA FEDERAL NO RN,  CONCORREM AO II PRÊMIO
AJUFE E AO XIV PRÊMIO INNOVARE 2017

PRÊMIO AJUFE

Objetivando estimular uma gestão participativa e eficiente do Judiciário, além de motivar os estudantes universitários a contribuir na formulação de sugestões com potencial de produzir resultados inovadores na Justiça Federal, o prêmio Ajufechega a sua segunda edição em 2017.

Destinado a identificar, valorizar e disseminar boas práticas na Justiça Federal, O “II PRÊMIO AJUFE: BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO”, tem como público alvo: Juízes Federais de 1ª e 2ª instância, Servidores da Justiça Federal, Advogados públicos, Membros do Ministério Público Federal, Delegados da Polícia Federal, Advogados e Estudantes universitários e o público no geral, em suas respectivas categorias (Boas práticas dos magistrados na Justiça Federal; Boas práticas dos servidores na Justiça Federal; Boas práticas para eficiência da Justiça Federal e Sugestões de estudantes universitários de graduação - Boas práticas para a Justiça Federal).

O concurso, promovido pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), conta com o apoio da IBRAJUS e Itaipu Binacional.

PRÊMIO INNOVARE

Atividades inovadoras com o objetivo de aumentar a qualidade dos serviços jurisdicionais são disseminadas pelo Prêmio Innovare, um dos mais importantes da Justiça brasileira e que está em sua 14ª edição. As categorias tradicionais de tema livre que serão contempladas são: Tribunal, Juiz, Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia e Justiça e Cidadania.

É importante lembrar que as experiências do judiciário serão julgadas por diversos critérios como eficiência, qualidade, criatividade, exportabilidade, satisfação do usuário, alcance social e desburocratização. Desde 2004 mais de 5 mil práticas foram inscritas e 160 premiadas.

O Innovare é realizado pelo Instituto Innovare, Ministério da Justiça, associações jurídicas e conta com o apoio do Conselho Nacional de Justiça/CNJ. Sua criação foi uma dessas raras oportunidades em que uma conjunção de fatores conspira a favor do bem público.

ESTANTE LIVRE & INSTÂNCIA DAS ARTES

Estante Livre e Instância das Artes, projetos culturais da Justiça federal no RN, estão inscritos e concorrendo nos dois concursos: “Boas práticas dos servidores na Justiça Federal”, Prêmio Ajufe, e “Justiça e Cidadania”, Prêmio Innovare.

O Prêmio Ajufe será divulgado no dia 26 de maio de 2017 e a premiação aos seus autores, mais adiante, será presencial em São Paulo. O resultado do Innovare, em data também ainda a ser confirmada, será apresentado à sociedade em solenidade pública, em Brasília, juntamente com seus respectivos idealizadores.

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novembro 14, 2016

PROFESSOR UFRN & ROYAL SOCIETY

SAMUEL XAVIER DE SOUZA
PARCEIRO DA ROYAL SOCIETY
Fotografia: Divulgação

PROFESSOR DA UFRN RECEBE PRÊMIO INÉDITO
DA ACADEMIA  ROYAL SOCIETY 

Por
NOVO JORNAL

O professor do Departamento de Engenharia da Computação e Automação (DCA) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Samuel Xavier de Souza, conquistou o prêmio Newton Advanced Fellowships, oferecido pela academia Royal Society, do Reino Unido, que financiará por dois anos o projeto de pesquisa desenvolvido pelo Laboratório de Arquiteturas Paralelas para Processamento de Sinais (LAPPS) da UFRN, juntamente com a Universidade de Bristol. Coordenador do LAPPS, Samuel Xavier de Souza é o primeiro professor da UFRN a receber o prêmio e se torna parceiro da Royal Society durante o período de parceria.

A pesquisa premiada, sobre softwares energeticamente eficientes, está em desenvolvimento há três anos no LAPPS e visa promover alternativas para criação de programas que consomem menos energia tanto para uso em dispositivos móveis – celulares e tablets, por exemplo – como também em data centers, onde são utilizados supercomputadores e servidores de nuvem computacional. Com isso, espera-se garantir maior tempo de bateria nos dispositivos de pequeno porte e economia na conta de energia dos aparelhos de grande porte.

 “Para se ter noção, levantamentos apontam que os data centers consomem de 1,5% a 2% de toda a eletricidade gerada mundialmente”, explica o professor. Para reduzir o consumo, o projeto propõe uma reestruturação por meio de um processamento paralelo: em vez do habitual funcionamento do programa em apenas um processador com alta frequência, propõe-se o aumento do número de processadores e a diminuição da velocidade, o que economiza energia mantendo o mesmo desempenho do aparelho.

A conquista do prêmio se deu por meio de parceria firmada neste ano com a Universidade de Bristol, no Reino Unido, onde a professora Kerstin Eder trabalha na mesma linha de pesquisa. A verba cedida pela Royal Society é retirada do Fundo Newton, que destina 375 milhões de libras esterlinas para desenvolver, a longo prazo, o crescimento sustentável e o bem-estar social dos países parceiros por meio do fomento à pesquisa e à inovação. No Brasil, o Fundo investirá 27 milhões de libras esterlinas até 2017.


“Com esse financiamento poderemos desenvolver a cooperação internacional e a pesquisa na universidade”, cita Samuel Xavier, que irá ao Reino Unido na segunda semana de dezembro para iniciar a colaboração. Atualmente, o projeto de softwares energicamente eficientes do LAPPS/UFRN é tema de uma pesquisa de doutorado concluída, três em andamento e uma nova que começará no próximo semestre, assim como de um trabalho de mestrado. O laboratório faz parte do Núcleo de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação (nPITI), do Instituto Metrópole Digital (IMD), e ainda abriga outros projetos dentro do grupo de pesquisa em sistemas computacionais e de comunicações energicamente eficientes.

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novembro 07, 2016

UM POTIGUAR RIVAL DE SANTOS DUMONT


AUGUSTO SEVERO

Livro resgata a história do inventor potiguar que foi a Paris, em 1901,
participar de um concurso e morreu num desastre aéreo.
Político, jornalista, inventor e aeronauta brasileiro.

POTIGUAR AUGUSTO SEVERO FOI RIVAL DE SANTOS DUMONT

Por
DA AGÊNCIA ESTADO I FOTO: DIVULGAÇÃO

Uma tragédia chocou Paris em 1902. Às 5h40, a cidade ouviu uma explosão a cerca de 400 metros de altura. Em poucos segundos, escombros do dirigível Pax se chocaram contra a Avenue du Maine. No meio deles estava o corpo do primeiro mártir nacional da aeronáutica.

Parlamentar, republicano, abolicionista e defensor do divórcio, Augusto Severo de Albuquerque Maranhão foi o maior concorrente brasileiro de Alberto Santos Dumont na busca pela dirigibilidade aérea. Jornais da época publicavam manchetes do tipo “Severo x Santos”. Segundo especialistas, ele chegou a fazer algumas coisas até mais avançadas do que o pai da aviação. É justamente essa lacuna que Os Balões de Augusto Severo, de Rodrigo Moura Visoni (Editora Tamanduá_Arte), tenta suprir.

Com publicação prevista para 2017, o livro conta que Severo foi o único inventor brasileiro a testar um dirigível no País – o Bartholomeu de Gusmão, em 1894, no Rio. Também criou novos tipos de motores e, na política, aprovou projetos de interesse em seus três mandatos como deputado. Entre eles, um de saneamento da capital federal.

Nascido em 11 de janeiro de 1864, no município de Macaíba, ele começou a estudar Engenharia na Escola Politécnica do Rio aos 16 anos, mas desistiu do curso após ficar doente.

Em 1892, Severo pediu patente para a “direção dos balões”, dada em 4 de agosto e para o dirigível Bartholomeu de Gusmão, expedida em 8 de outubro. Em 27 de julho de 1899, patenteou o Pax, dirigível que acabaria com sua fortuna e sua vida.

Empolgado com o Prêmio Deutsch, que prometia 100 mil francos a quem em até meia hora voasse 11 km sem escalas, partindo e voltando ao mesmo ponto e contornando a Torre Eiffel no meio do percurso, Severo embarcou rumo à França em 18 de setembro de 1901 com a mulher, Natália, os filhos Augusto e Otávio e dois amigos.  Quando a encomenda foi entregue, em 1902, no entanto, todas as glórias já eram para seu concorrente brasileiro. Em 19 de outubro de 1901, Santos-Dumont havia completado sua prova do Prêmio Deutsch em meio a uma grande polêmica, causada pela falta de definição prévia do momento em que começava e terminava a prova. Após um debate que mobilizou os franceses, em 4 de novembro de 1901, por 13 votos a favor, 9 contra e 2 em branco, o Aeroclube da França decidiu dar o prêmio a Santos Dumont, que ganhou fama mundial e entrou para a história.
  
DIRIGÍVEIS MAIS AVANÇADOS QUE OS DE SANTOS DUMONT

“Os dirigíveis de Augusto Severo sempre foram mais avançados do que os de Santos Dumont. Quando fez o Bartholomeu de Gusmão em 1894, por exemplo, Santos-Dumont ainda não havia feito uma única ascensão em balão. Mas, por ter ganhado o disputado Prêmio Deutsch e se dedicado ao avião, Santos Dumont teve muito mais destaque na aeronáutica que Augusto Severo e acabou ofuscando o nome dele”, diz Visoni.

“Embora reconhecido internacionalmente pelos aperfeiçoamentos que introduziu nos dirigíveis, pouco se fala de Augusto Severo no Brasil. A figura de Santos Dumont eclipsou-o...”, confirma o físico e especialista em aviação Henrique Lins de Barros, na apresentação do livro.

Severo chegou a mandar carta ao presidente do Aeroclube da França protestando contra o encerramento do concurso. Disse que o balão com que pretendia disputar o Prêmio Deutsch estava quase pronto e o aeroclube não deveria fechar a porta a alguém vindo de tão longe. Afirmou ainda que, em sua visão, Santos Dumont não havia preenchido os requisitos do regulamento. Queixas em vão: em 8 de novembro de 1901, o prêmio foi entregue ao concorrente.

“Que fique claro que Severo não era um rival invejoso tentando prejudicar um compatriota, muito pelo contrário”, escreveu Visoni. “Prova disso é que, em 17 de julho de 1901, ele mesmo havia proposto e feito o Congresso brasileiro votar um prêmio de 100 contos de réis a Santos Dumont, como incentivo às experiências aerostáticas que fazia na França.”

Com 30 metros de comprimento, 20 de altura e 13 de diâmetro, o Pax ficou pronto em abril de 1902. Custou 150 mil francos, o dinheiro todo de Severo. Tinha dois motores a petróleo, sete hélices e levou cinco dias para ser inflado. Logo virou atração. Até a polícia teve de ser chamada para dar conta do grande número de curiosos.

TRAGÉDIA NO ÚLTIMO VOO

A tragédia do último vooApós dois testes no dirigível, Severo marcou um voo para as 5 horas do dia 12 de maio de 1902. Diante de cerca de 40 pessoas e com o balão já fora do hangar, ele assumiu a proa e o mecânico francês Georges Saché, a popa. Para carregar mais lastro, desistiu de levar o amigo Álvaro Pereira Reis.

O Pax era a concretização de um modelo que distinguiu Severo de outros inventores: o do dirigível semirrígido. “Eram aeronaves dotadas de estrutura parcial interna, que lhes permitiria atingir velocidades e alturas superiores aos dirigíveis flexíveis de Dumont. Ele [Dumont]sofreu vários acidentes ao longo da carreira justamente em razão da fragilidade de seus balões e por não haver adotado a disposição simétrica de forças proposta por Severo”, explisou o autor.

Ironicamente, porém, enquanto Dumont escapou praticamente ileso de todos os acidentes, Severo teve um destino trágico. Como descreveu o repórter Georges Caye, que acompanhou a ascensão do dirigível no Parque de Vaugirard, em Paris, “eram precisamente 5h25 quando o Pax largou o solo”. Após assistentes experimentarem cordas e hélices e fazerem os últimos testes, o político-aviador despediu-se dos amigos, mandou um beijo para a mulher e o filho mais velho e decolou.

Na época, os dirigíveis voavam com uma grande corda usada para ajudar nos movimentos e no equilíbrio do balão. “Quando o balão atingiu a extremidade da corda, o homem que a segurava reteve-a por um momento”, escreveu Caye. “Severo, sentindo-se detido, pensou que fosse insuficiente a força ascensional e lançou dois sacos de lastro, o que fez o balão elevar-se subitamente.” Logo se percebeu que algo não ia bem.

“O veículo não conseguia avançar contra o vento e os dois aeronautas começaram a fazer gestos largos um para o outro. A aeronave derivava, a cerca de 400 m de altitude, sobre a Avenue du Maine. Severo, que estava no motor da frente, deslocou-se para verificar o que se passava atrás. Isso fez o balão elevar a proa, sem, no entanto, tomar inclinação inquietante.

Logo depois, espectadores viram um clarão. Quase no mesmo instante, uma explosão tremenda foi ouvida. O balão havia se incendiado e estourado!”, descreve Visoni.

MORTE CAUSOU COMOÇÃO EM PARIS

A mulher de Severo, que seguia o voo de automóvel, deu um grito e desmaiou. A carcaça do dirigível tombou em poucos segundos. Severo caiu em pé, agarrado à quilha e sem queimaduras. O choque fez suas pernas entrarem no abdome. Seu relógio parou às 5h40. Já Saché foi completamente carbonizado. A Avenue du Maine,  anos depois, ganhou uma placa em francês com os dizeres: “Aqui morreram, vítimas da ciência, SEVERO, aeronauta brasileiro, e seu mecânico, o francês SACHET, na queda do dirigível Pax, em 12 de maio de 1902”.

Após ser levado a uma delegacia, o corpo de Severo foi transferido à casa da família, na Rue Gallilée, 63. Já o de Saché, que era solteiro e sem filhos, foi para a casa dos pais e enterrado em 15 de maio. No dia 30 de maio, o corpo do potiguar foi embarcado no paquete Brèsil. O enterro definitivo ocorreu em 18 de junho de 1902 no Cemitério São João Batista, no Rio, onde 30 anos depois também seria sepultado o corpo de Santos Dumont.


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outubro 18, 2016

JULIANA MENEZES - TALENTO FENAE / APCEF


JULIANA MENEZES

TALENTO FENAE / APCEF - 2016
CANTORA POTIGUAR DEFENDE O RN EM ETAPA REGIONAL
  
Juliana Menezes é o talento musical potiguar que representa o Rio Grande do Norte na etapa regional do Festival Nacional de Música dos Empregados da Caixa, que será em Salvador (BA), dia 5 de novembro. A fase nacional será concluída em São Paulo, no dia 2 de dezembro. O festival é uma iniciativa da Caixa Econômica Federal e tem como objetivo a integração de músicos e compositores que se destacam noBanco e na sociedade.
  
Dentro do concurso, a cantora interpreta a música "OLHA", composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Para que a Juliana alcance o resultado desejado, ela precisa passar pelo crivo do público, através da internet, em votação popular regional, que se encerra na próxima sexta-feira, dia 21/10. Em seguida, os candidatos mais votados enfrentam o Juri Regional, de 22/10 a 06/11, saindo o resultado regional dia 7 de novembro.

 “O objetivo do Talentos Fenae/Apcef é promover a produção cultural do pessoal da Caixa através do incentivo à exposição dos seus talentos na música, fotografia, filme, desenho, pintura e literatura”, afirma o diretor Sancho Filho. "Todos os nossos artistas estão de parabéns pela participação na seletiva. Agora vamos ficar na torcida pela etapa estadual, onde seremos muito bem representados pelos colegas vencedores", acrescenta.
  
1.186 x 747 - Esse é o atual placar no ranking entre Juliana Menezes e a segunda concorrente no concurso regional musical da FENAE/APCEF. Lembre-se: a votação encerra-se nesta sexta-feira, 21/10. Então, corre e garanta o seu voto para a artista potiguar, hein?


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outubro 13, 2016

FOTÓGRAFOS POTIGUARES EM LIVRO ARTE


"O BRASIL VISTO PELOS BRASILEIROS"
FOTÓGRAFOS POTIGUARES EM LIVRO ARTE

"O BRASIL VISTO PELOS BRASILEIROS"
FOTÓGRAFOS POTIGUARES TEM PARTICIPAÇÃO EM LIVRO
 ARTE DE FOTOGRAFIA EDITADO EM PARIS

Por
ASCOM/POTIGUARTE

Para festejar os 21 anos da Divine Académie, a Divine Edition lança o livro de Arte "O Brasil visto pelos Brasileiros" no Estande da Divine Académie, Carrousel du Louvre, Paris, dia 21 de Outubro de 2016.

O livro arte, editado pela Divine Edition, que reúne pela primeira vez o olhar talentoso de 35 fotógrafos, foi coordenado pela Digníssima Divani Pavesi, Presidente da DIVINE ACADÉMIE FRANÇAISE DES ARTS LETTRES ET CULTURE.

REVERENCIADOS PELA CIDADE LUZ

O evento contará com participação do célebre fotografo MIRO, convidado de honra, e todos os fotógrafos participantes desta importante coletânea artística. O livro de arte homenageia Milton Nascimento e Zezé Motta.

O BRASIL VISTO PELOS BRASILEIROS

O livro arte, editado pela Divine Edition, que reúne pela primeira vez o olhar talentoso de 35 fotógrafos, foi coordenado pela Digníssima Divani Pavesi, Presidente da DIVINE ACADÉMIE FRANÇAISE DES ARTS LETTRES ET CULTURE.


  LEILA MEDEIROS B. FLORÊNCIO

Enfermeira por formação e fotógrafa por impulso natural, Leila Medeiros B Florencio está indo muito além do que poderia imaginar. Desde sempre, Leila se considera uma viajante, adora aventuras e curte novidades no universo da fotografia arte. Inicialmente buscou retratar temas urbanos da capital potiguar. Uma das consequências deste hobby foi o prêmio recebido no Concurso Fotográfico Nacional, como também o reconhecimento de seu trabalho ilustrado no calendário da Unicred (2009 e 2015). Em 2014 seu trabalho alcançou novos patamares ao referenciar o Rio Potengi em uma exposição na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Em outubro de 2015 seu trabalho será exposto no renomado Museu do Louvre e deverá projetar a imagem da potiguar aos holofotes mundiais.


  ALLYSSON GIDEONY

Graduado em direito por profissão, fotógrafo por vocação. Assim pode-se definir o fotógrafo autodidata Allysson Gideony, natural de Areia Branca (RN), que descobriu o mundo através das lentes há pouco mais de cinco anos e, neste curto intervalo, já ganhou visibilidade internacional. Descoberto por Divani Pavesi, presidente da Divine Académie Française des Arts Lettres e Culture, ele se prepara para desembarcar, em outubro, numa viagem especial. Em Paris, um dos destinos mais badalados do cenário cultural mundial, ele fará sua primeira exposição, no museu que é consagrado em todo o planeta, o Louvre.


JOSÉ CARLOS

José Carlos é fotógrafo hobbysta, servidor e Coordenador das atividades artísticas e culturais da Justiça Federal do Rio Grande do Norte. Seu envolvimento com a fotografia vem desde o ano de 1996, com participações em cursos, concursos e exposições fotográficas. Apaixonado por fotografia, idealizou, fundou e administra os “Caçadores de Imagens”, grupo de fotografia no Facebook com mais de 112 mil membros, composto por fotógrafos profissionais, hobbystas e simpatizantes da arte da fotografia do Brasil e do exterior. Entre alguns prêmios conquistados na fotografia, dois se destacam: Em 2009, tem trabalho selecionado no Concurso de fotografia, Tema: “África em Nós”, nível nacional, figurando no elenco das 100 melhores fotografias publicadas em livro homônimo, edição comemorativa, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura de São Paulo.Em 2014, Trabalho selecionado pelo HIPA, um dos maiores concursos de fotografia da atualidade, com sede em Dubai, para contribuir com o acervo fotográfico a ser utilizado na divulgação do evento em todo o mundo.


CRISTINA ACAFE

Cristina Acafe trabalha no Sindprevs/RN como assistente administrativo e fotografa desde 2011. Sua primeira exposição individual trouxe os registros do contato da fotógrafa com a natureza, e diversas paisagens do RN e outros estados do Nordeste. "A sensibilidade é marca em cada imagem criada através das minhas lentes, onde sinto que revelo um pouco de minha alma em simbiose com a natureza. Retrato paisagens ligadas a uma pequena pesquisa, onde busco detalhes às vezes inusitados que passavam despercebidos", explica.

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outubro 10, 2016

MARIANO TAVARES: TALENTO IN PROGRESS

MARIANO TAVARES
ENTRE CANÇÕES E ACORDES
Fotografia: Divulgação

MARIANO TAVARES
CANÇÕES QUE NUNCA TOCAM NO RÁDIO
O TALENTO ASSUENSE IN PROGRESS

Por
Assessoria Comunicação 

Para criar uma identidade autoral e inventar sua própria dicção, todo artista deve, cedo ou tarde, tentar se distanciar das influências que absorveu durante a vida, e procurar construir novos caminhos a partir daquilo que, por paixão, lhe alimentou e formou o espírito. "Dentro dessa perspectiva", diz o cantor e compositor Mariano Tavares, “a arte não é propriedade, mas acúmulo”. “No meu caso”, prossegue, ”de todos esses encontros, minha admiração por Nico é a única que permanece mais ou menos intacta, nunca decepciona ou diminui, só amadurece, deslumbra, provoca, arrebata, cresce”.

Pensado originalmente para ser um exercício pessoal de gravar 12 canções escritas ou interpretadas pela cantora e compositora alemã Nico, Canções Que Nunca Tocam no Rádio acabou resultando no que Tavares chamou de EP “in progress”, um trabalho paralelo ao seu trabalho autoral que pode ser interrompido ou retomado, de acordo com sua intuição e vontade, ao longo do tempo. “Instinto, convicção e desejo me levaram a crer que eu poderia lançar novas luzes sobre essas canções, e receber delas novas iluminações. Somente depois veio a vontade de mostra-las. Agora que finalmente começo a pensar num novo álbum de canções inéditas, eu quis voltar a esse repertório,” diz.

Iniciado em 2014 com os singles The Fairest of the Seasons (Jackson Browne/Gregory Copeland) e Secret Side (Nico), cujos vídeos podem ser encontrados no canal do artista no youtube, o show lança mais duas faixas: Sixty-Forty (Nico), do álbum “Drama of Exile” e Afraid (Nico), de “Desertshore”. Produzido, arranjado e dirigido pelo próprio Mariano Tavares, Canções Que Nunca Tocam no Rádio é, segundo afirma, “a realização de um desejo antigo de me aproximar do universo de Nico, de participar dele, de habitar sua paisagem, e talvez acrescentar a ele novas visões, sentidos, timbres e sons”.

Misturando canções escritas ou interpretadas por Nico com seu próprio repertório autoral, Mariano Tavares apresenta "Canções Que Nunca Tocam no Rádio" no próximo dia 15 de outubro, sábado, às 21h, no Cine-Teatro Pedro Amorim, em Assu, sua cidade natal. Ao lado do pianista e compositor Humberto Luiz, o show segue o conceito basicamente acústico do EP (disponível para download gratuito no site do cantor), de violão, piano e teclados.

MARIANO TAVARES

Nascido em Assu, celebrada como a terra dos poetas, o cantor e compositor Mariano Tavares começou sua carreira se apresentando no circuito universitário de estudantes de letras, e em bares entre Assu, Mossoró e Natal.

Como ele próprio afirma, a canção popular esteve sempre presente em sua vida, tanto pela criação extremamente musical que recebeu (seu pai era seresteiro), como por uma curiosidade natural pelo que considera como a mais vigorosa expressão artística de nosso tempo.

O  trabalho de Mariano concentra-se principalmente na construção de uma identidade autoral que transite, ao mesmo tempo, entre o universal e o regional, entre o contemporâneo e o tradicional.

Mestre em Literatura Comparada, além de cancionista Mariano também atua como professor de literaturas inglesa e norte-americana na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, onde desenvolve pesquisas sobre canção popular e performance.

...serviço...
Sábado, 15 de outubro
Horário: 21h
Cine-Teatro Pedro Amorim – Rua São João, 267, Assu/RN

 ...informações, downloads e contatos...
www.marianotavares.com
marianotavares@gmail.com

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setembro 24, 2016

RIO GRANDE DO NORTE EM DÓ MAIOR


GRUPO DÓ MAIOR - CURRAIS NOVOS/ RN
CAIO, JOSÉ E GABRIEL ESTÃO NA PRÓXIMA FASE DP X FACTOR BRASIL
Fotografia: Kelly Fuzaro/X Factor

Dó Maior trabalhou em hostel para pagar estadia. Músicos chegaram a São Paulo sem passagem de volta.  Grupo Dó Maior, formado por três músicos de Currais Novos, Rio Grande do Norte, marcando presença no "X Factor", talent show brasileiro transmitido pela Rede Bandeirantes. É a versão brasileira do formato original The X Factor  criado por Simon Cowell e exibido pela ITV no Reino Unido.

X FACTOR BRASIL
RIO GRANDE DO NORTE EM DÓ MAIOR

Por
 Tatiane Moreno
BAND UOL

Integrantes do Dó Maior, Caio César, de 18 anos, José Fernandes, de 20, e Gabriel Alves, de 19 anos, não mediram esforços para participar do X Factor Brasil.

Os músicos, moradores de Currais Novos, no interior do Rio Grande do Norte, se inscreveram no programa sem sequer saberem se conseguiriam chegar a São Paulo. “Estar aqui demandou uma dificuldade enorme, principalmente financeira. Uma das passagens só conseguimos no dia de vir para a primeira audição, e isso depois de fazermos um pede-pede na cidade. Em alguns lugares a gente até cantava para convencer as pessoas”, lembram.

Após passarem da primeira etapa, eles se viram diante de novo obstáculo: onde se hospedar para aguardar a fase do teatro? “Não dava para voltar para casa. Com o pouco dinheiro que ainda tínhamos pagamos as primeiras diárias em um hostel e depois pedimos ajuda lá mesmo. Nos oferecemos até para fazer shows de graça, limpar banheiro, lavar louça, varrer os quartos, tudo. O único jeito foi colocar a mão na massa para honrar a dívida”.

Sem dinheiro para frequentar restaurantes, os amigos também tiveram de aprender a cozinhar e enfrentaram juntos os perrengues da cidade grande. “A gente nunca tinha vindo para São Paulo. Comíamos macarrão todo dia, porque era a única coisa que dava para comprar”, contam com bom humor.

O trio decidiu se juntar depois de uma brincadeira. Apaixonados por música, os jovens costumavam se apresentar no coral da igreja e nada além disso. “Estávamos voltando de uma viagem, há cerca de dois anos, e começamos a cantar para descontrair até que veio a ideia de levar isso a sério. Somos um grupo vocal. Às vezes cantamos acompanhados de instrumentos e às vezes não”, explicam.

Durante a audição, os participantes interpretaram a música Imbalança, de Luiz Gonzaga, e fizeram Rick Bonadio, Alinne Rosa e Paulo Miklos aplaudi-los de pé. Até então, eles nunca tinham soltado a voz para mais do que 100 espectadores. “Ficamos deslumbrados de ver aquelas mil pessoas nos aplaudindo e demorou para cair a ficha. Valeu a pena todo o nosso esforço”, comemoram.

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