setembro 16, 2017

PINACOTECA POTIGUAR: UMA HERANÇA CULTURAL

 

PINACOTECA POTIGUAR

Um palácio que guarda a história e herança cultural do estado

Via
Fundação José Augusto

Você sabia que a atual Pinacoteca do Rio Grande do Norte já foi o Palácio do Governo Estadual? A maior expressão da arquitetura neoclássica em Natal foi inaugurado em 1873. Em 1902, em ato do governador Alberto Maranhão, foi transformado em sede do Governo Estadual, permanecendo como centro da vida política do RN até 1995. Atualmente é um importante centro cultural, com exposições permanentes das obras mais relevantes do acervo da Pinacoteca Potiguar.

A construção do Palácio Potengi aconteceu entre os anos de 1865 e 1873. O engenheiro responsável pelo projeto foi Ernesto Augusto Amorim, instituído pelo então chefe da província de Natal, Olindo José Meira. A intenção de criar o prédio foi para que ele servisse como Tribunal do Júri e também como Assembleia Legislativa.

Quando foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), passou a ser um centro cultural muito importante não apenas para Natal, mas para o país inteiro. O Palácio Potengi conta com um acervo com mais de 500 obras registradas e expostas. Além de tais, o local ainda dispõe de temporadas exclusivas com exposições especiais.

Atualmente o espaço é um importante centro cultural, com exposições permanentes das obras mais relevantes do acervo da  das artes visuais pertencentes ao Governo do Estado. Com uma reunião de obras de arte tanto de artistas locais, nacionais e internacionais. Entre estes: Volpi, Tarsila do Amaral, Cícero Dias e Fayga Ostrower. Dos nossos, Maria do Santíssimo, Newton Navarro, Dorian Gray e Abraham Palatnik.

No aspecto museológico, a Pinacoteca Potiguar tem dois grandes destaques: Uma escultura do Budda do Laos, uma raridade do final do século 12, procedente do Laos, na Ásia. A peça é de chumbo e banhada em ouro. Foi doada pelo colecionador suíço que morou em Natal, Fritz Alain Gegauf.

O objetivo de manter uma pinacoteca no Palácio Potengi veio da necessidade de expor, incentivar e também conservar as artes visuais do estado do Rio Grande do Norte. Ao todo são seis núcleos voltados para esta ação com salas reservadas exclusivamente para exposição de artistas locais. Além do acervo e do espaço, todo o conjunto mobiliário do Palácio Potengi foi mantido para deixar a pinacoteca ainda mais grandiosa. Durante suas férias na cidade, não deixe de visitar o espaço e conhecer um pouquinho mais da herança cultural que a cidade de Natal tem para oferecer.

...visitação...
Terça a Domingo, das 8h às 17h

...endereço...
Praça 7 de Setembro, SN, Cidade Alta, Natal/RN
Ponto de referência: ao lado da Assembléia Legislativa.

...contato...
(84) 3231.3498 | (84) 3211.7056

pinacotecarn@gmail.com

...fotografia...
FJA/Informática

...fonte...
Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!

setembro 13, 2017

INSTÂNCIA DAS ARTES - EDIÇÃO SETEMBRO


INSTÂNCIA DAS ARTES BRINDARÁ A CHEGADA DA
 PRIMAVERA COM MÚSICA DE QUALIDADE

Por

ASCOM/JFRN

Setembro chegou e com ele logo, logo a primavera! O Instância das Artes, projeto cultural da Justiça Federal no RN, recepcionará uma das mais lindas estações do ano com música e alegria. Dodora Cardoso e Choro da Terra são os convidados de honra do projeto musical que tem edição agendada para o dia 28/09, uma quinta-feira, às 11 horas, hall de entrada da Justiça Federal, Natal/RN.

DODORA CARDOSO

Dodora Cardoso comemora conosco os seus 40 anos de atuação no cenário musical potiguar. Natalense e filha de caicoenses, atualmente com cinco CDs gravados, comprova seu sucesso com mais de cinco mil cópias vendidas (mesmo sem patrocínio, produtor e empresário) e uma agenda preenchida em muitos palcos do estado, incluindo o palco do Instância das Artes.

CHORO DA TERRA

O grupo tem feito uma trabalho de pesquisa e valorização do chorinho, gênero musical tipicamento brasileiro, apresentando um repertório dedicado aos grandes compositores nacionais e regionais. Formado por Anchieta Menezes (violão 7 cordas), Jonathas Marques (clarinete), David Silva (pandeiro), Cesar Sampaio (cavaquinho) e Joedson Silva (sax alto e tenor).

INSTÂNCIA DAS ARTES

Projeto cultural iniciado em 24 de abril de 2014, suas apresentações são abertas ao público jovem e adulto, contemplando as vertentes do vocal e do instrumental potiguar, iniciando-se pontualmente às 11 horas, sempre na última quinta-feira de cada mês.

O Instância das Artes recentemente foi contemplado com Menção Honrosa no II Prêmio AJUFE - Associação dos Juízes Federais do Brasil, concorrendo ainda ao XIV Prêmio Innovare.

O projeto surge como mais uma alternativa no cenário musical potiguar ,unindo a arte e cultura regional nas dependências da Justiça Federal no Rio Grande do Norte, proporcionando, assim, a aproximação do Judiciário Federal com a sociedade local.

O projeto Instância das Artes conta com o poio cultural da Assejuf/RN, Sintrajurn, Sicoob Judiciário e Restaurante Natalis.

...serviço...

Justiça Federal RN
Projeto Cultural Instância das Artes
Rua Dr. Lauro Pinto - 245, Lagoa Nova, Natal/RN
28/SET, 11 horas

...fonte...


Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!

setembro 12, 2017

SALVE O CASARÃO DOS GUARAPES


CASARÃO GUARAPES - MACAÍBA/RN
Fotografia: Canindé Soares

SALVEM O CASARÃO DOS GUARAPES

Por

 Eliana Lima 
 Tribuna do Norte

O casarão dos Guarapes, em Macaíba, marco da economia potiguar do século 18, continua em ruínas. Enquanto isso, o recurso de R$ 1 milhão do Ministério do Turismo para a recuperação, que estava na Caixa Econômica desde 2015 a espera das providências do governo estadual, já foi devolvido a Brasília.

O grito pela restauração do casarão partiu de Valério Mesquita, conselheiro do TCE. “Se disserem que isso ocorreu por contingenciamento de despesa, a declaração não cala porque há quase oito anos o projeto sofreu “embargo de gaveta na Fundação José Augusto, Prefeitura de Macaíba, etc”.

“Fabrício continuará donatário da Capitania de Macaíba e capataz dos ministérios circundantes dos Guararapes. Ele haverá de entender que o Rio Grande do Norte, hoje, está muito pior do que aquele do seu tempo”, lastima Mesquita.

Em dezembro de 2015,Valério Mesquita, estão presidente do Instituto Histórico e Geográfico do RN, parabenizou a matéria na Revista Bzzz, assinada pela jornalista Adriana Brasil, sobre as ruínas do Casarão dos Guarapes, e lembrou que no dia 11 daquele mês o Ministério do Turismo liberou R$ 1 milhão do Prodetur para o início, em janeiro, das obras de restauração, “coroando uma luta de longa espera (15 anos)”.

Certamente o governador Robinson Faria tomará providência para reverter tal situação. Logo agora que ele está conquistando reconhecimento do gestor que resgata a história a cultura do RN.

De acordo com a matéria na Bzz, o Casarão do Guarapes fica “no alto de uma colina na divisa entre os municípios de Natal e Macaíba, às margens da BR-226”. Elo perdido da história do comércio do potiguar, está “numa localidade carente, escondido pela vegetação, no bairro que leva o mesmo nome do casarão, onde os índices de violência são altos”.

O Imóvel – em ruínas – que um dia foi impotente está à mercê de aventureiros e vândalos. Foi construído pelo visionário comerciante Fabrício Pedroza, que transformou a realidade da área, antes inexpressiva, que por pouco não disputou com Natal o posto de capital da província do RN, diante do prestígio e da visão do patriarca daquelas terras.

Ruínas da maior casa comercial até hoje implantada em solo de potis-desmemoriados, em 1858. Segundo o historiador Anderson Tavares de Lyra, Guarapes foi o centro comercial onde se exportava e importava diretamente da Europa e Estados Unidos. “Navios subiam o Rio Potengi carregados de açúcar, algodão, couros”, disse à Bzzz.

Os navios passavam direto do porto de Natal e entravam no Guarapes, carregados. “E de lá saiam ainda mais carregados de mercadorias do que Natal”. Fabrício Pedroza, muito influente, cogitou, juntou a Oliveira Junqueira, então presidente da província potiguar, mudar a capital do RN para o Guarapes, levando em conta que Natal era “um tabuleiro cercado por dunas, sem condições de alavancar grande um comércio”.

A propriedade foi comprada em 1899, por Juvino Barreto, casado com Inês Maranhão, neta de Fabrício e irmã de Alberto Maranhão. Depois foi herdada pelo filho Pio Barreto que vendeu a Nizário Gurgel; que negociou para Manoel Duarte, casado com a famosa viúva Machado. Posteriormente, foi vendida ao alemão Gerold Gerppert, que nos anos 70 incluiu o terreno em um grande loteamento. O local já estava desocupado e abandonado.

O arquiteto Paulo Heider Feijó, especializado em patrimônio, traçou o projeto de restauração para transformar as ruínas do empório comercial no museu do comércio e da indústria potiguar. Mas, continua no papel. Além de refazer as estruturas do casarão tais como antes, seriam construídos estacionamentos, praças, etc. Pode ser um marco para o turismo. Afinal, histórias interessantes atraem bons turistas. Exemplo do que acontece na Europa.

Anderson Tavares defende também que a revitalização homenageie com um memorial o aviador Augusto Severo, que foi neto de Fabrício Pedroza e criado em Guarapes (assim como Alberto Maranhão, neto e ex-governador). “Era um apaixonado pelo local”, diz.

...fonte...


Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!

O FOTÓGRAFO NEGRO DO SERTÃO POTIGUAR


JOSÉ EZELINO

EXPOSIÇÃO RESGATA O TRABALHO DO FOTÓGRAFO
DO SERTÃO POTIGUAR DO SÉCULO XIX

Os primeiros retratos de pessoas negras do Rio Grande do Norte,  fotografadas por José Ezelino da Costa (1889 - 1952), estão sendo apresentadas ao público,  pela primeira vez, em uma exposição. Além de fotógrafo revolucionário, ele bordava e pintava seus próprios cenários, era músico e formou uma das primeiras bandas de jazz, no início do século 20. no Seridó Potiguar. Autodidata, tocava violino e saxofone. Aprendeu a revelar as próprias fotos a partir de manuais. José Ezelino ressurge, um século depois, para tornar a história da fotografia potiguar menos monocromática.

"Quando a pele incendeia a memória – Nasce um fotógrafo no sertão do século 19”, abordando o resgate do trabalho do fotógrafo do sertão potiguar, encontra-se em cartaz no Natal Shopping, Natal/RN. O projeto fica em cartaz até o dia 28 de setembro de 2017.

A exposição, que tem curadoria de Ângela Almeida e expografia de Rafael Campos e Michelle Holanda, conta com 40 fotografias. Os retratos revelam a identidade social da cultura negra e o dia a dia da região do Seridó, cuja sociedade da época era predominantemente branca, comandada por uma elite de coronéis e fazendeiros. A pesquisadora contou com o apoio da sobrinha-neta do retratista, a arquiteta Ana Zélia Moreira, que apresentou o álbum de família, herança deixada por sua mãe.

José Ezelino nasceu em 1889, na cidade de Caicó. Filho de pais escravos, tornou-se fotógrafo quando a fotografia ainda era recente para um sertão distante dos centros urbanos do Brasil.

Ele conseguiu a façanha de retratar a si e aos seus familiares usando a mesma linha estética das famílias de alta classe da região Sudeste brasileira e dos países europeus colonizadores. Figurino, direção, cenários e captação eram criações do próprio artista. Isso sem nunca ter tido acesso a nenhum tipo de referência, pois sua viagem mais longa foi à cidade do Recife (PE).

...fonte...





Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!

junho 20, 2017

POTIGUAR VENCE PRÊMIO SESC LITERATURA


JOSÉ ALMEIDA JÚNIOR
 "Última Hora" desbancou outros 979 romances inscritos

MOSSOROENSE VENCE EDIÇÃO NACIONAL DO 
PRÊMIO SESC DE LITERATURA 2017

Via
Portal Sesc

José Almeida Júnior, natural de Mossoró/RN, sagrou-se vencedor no Prêmio Sesc de Literatura 2017, categoria Romance. "Última Hora", seu livro, desbancou outros 979 romances inscritos. Neste ano foram registradas 1.793 inscrições, sendo 980 Romances e 813 livros de Contos. O paulista João Meirelles Filho, com a obra "Poraquê e Outros Contos", foi o vencedor na categoria Contos.

ÚLTIMA HORA

O romance trata de uma narrativa histórica passada no jornal fundado por Samuel Wainer sob ponto de vista de um personagem fictício chamado Marcos. Por ter sido vítima de tortura no Estado Novo, Marcos reluta em trabalhar para o periódico, mas acaba aceitando a oferta de Wainer em razão de problemas financeiros. Vivendo o dilema de escrever para um jornal que apoia o governo de Vargas, Marcos acompanha a Última Hora desde a fundação até as crises que quase levam ao seu fechamento. Para embasar os fatos históricos narrados no romance, o autor consultou jornais da época, anais da Câmara dos Deputados, autos da CPI que investigou o Última Hora, além de vasta bibliografia, que incluiu biografias, livros de história, dissertações de mestrado e teses de doutorado a respeito do tema.

O PRÊMIO

Revelar novos talentos e promover a literatura nacional são propósitos do Prêmio Sesc de Literatura. Lançado pelo Sesc em 2003, o concurso identifica escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. Além de incluir os autores em programações literárias do Sesc, o Prêmio também abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados pela editora Record e distribuídos para toda a rede de bibliotecas e salas de leitura do Sesc em todo o país. Mais do que oferecer uma oportunidade a novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura cumpre um importante papel na área cultural, proporcionando uma renovação no panorama literário brasileiro.

JOSÉ ALMEIDA JÚNIOR

Natural de Mossoró-RN, o autor é formado em Direito pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte-UERN, com pós-graduação em Direito Processual pela Universidade do Amazonas-UNAMA e em Direito Civil pela Universidade Anhanguera. Há dez anos reside em Brasília, onde exerce o cargo de Defensor Público do Distrito Federal.

...fonte...

...fotografia...
Divulgação

Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!

junho 06, 2017

JUSTIÇA FEDERAL NO RN LANÇA GIBI


COM O FOCO NO PÚBLICO INFANTIL, JUSTIÇA FEDERAL DO RN
LANÇA O GIBI "TURMA DO DELGADO"

Por
ASCOM/JFRN

Em uma concorrida solenidade, a Justiça Federal no Rio Grande do Norte lançou a publicação “Turma do Delgado”, um gibi voltado para despertar a cidadania nas crianças. A revista traz como personagens profissionais que deixaram sua marca na história da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte.

O nome do gibi “ Turma do Delgado” é em homenagem ao ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça José Augusto Delgado,que atuou como Juiz Federal na JFRN. O atual ministro do STJ Luiz Alberto Gurgel de Faria, os Desembargadores Federais aposentados Araken Mariz de Faria e Francisco Barros Dias, e as servidoras Maria Isabel Gurgel Umbelino e Marineve Vasconcelos também são personagens da revista em quadrinhos.

A revista foi produzida pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte e contou com o apoio da Federação da Indústria do Estado do Rio Grande do Norte.

A idealização do projeto foi do Juiz Federal Mário Azevedo Jambo, os magistrados Carlos Wagner Dias Ferreira e Gisele Araújo Leite, colaboraram para a produção e os textos são da supervisora de Comunicação da JFRN, jornalista Anna Ruth Dantas.

Durante o lançamento da publicação, que ocorreu na abertura da aula magna do curso de pós graduação em Direito e Gestão do Judiciário, o Diretor do Foro da JFRN, Juiz Federal Marco Bruno Miranda Clementino ressaltou o trabalho desenvolvido a partir do gibi para a formação das futuras gerações: “Dois elementos importantes: a parceria público-privada e a busca da formação ética das futuras gerações. Muitíssimo feliz com esse projeto”.

...fonte...

Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!

maio 22, 2017

TALMA & GADELHA EM TOUR INTERNACIONAL


Você ainda pode ajudar esta banda
a realizar a sua primeira tour internacional

TALMA & GADELHA
TOUR INTERNACIONAL DE UMA BANDA POTIGUAR

Por
Catarse

Prestes a viver um dos momentos mais importantes da carreira, a banda Talma & Gadelha pode cancelar, por falta de apoio, a primeira turnê que faria na Europa.especificamente em Portugal. A oportunidade está agora na reta final, uma campanha de financiamento coletivo no site Catarse. A campanha ficará no ar mais alguns dias, mas atualmente tem apenas 49% de sua meta alcançada.

“É a primeira vez que recebemos um convite pra fazer shows fora do país e através de uma equipe que se identifica e trabalha com o nosso tipo de som. Isso torna a proposta mais especial e nos dá mais chances de alcançar pessoas que podem gostar do que fazemos”, explica  Simona.

“É uma honra, uma forma de resistir e dar continuidade ao trabalho da banda. E a sua participação é fundamental para que possamos levar nossa arte a novas fronteiras, abrir caminhos para outras bandas, artistas e fomentar um novo mercado de música brasileira independente na Europa”, menciona Simona.

Com 6 anos de carreira, 3 CDs lançados, 7 Clipes e vários shows pelo Brasil, a Talma&Gadelha é uma das bandas mais emblemáticas e atuantes do Rio Grande do Norte. Com uma base de fãs muito sólida, a banda tem em sua nova formação um time de peso da música potiguar com a presença de Ana Morena (baixo), Thiago Andrade (guitarra) e Yves Fernandes (bateria). "Juntos fizemos uma pequena tour pelo RN, muitos shows pela cidade e lançamos, em março desse ano, o single “Me Beija”, em Portugal, através da Music For All", complementa a vocalista da banda.

A Music For All é empresa portuguesa que apoia talentos emergentes, nacionais e internacionais e faz um trabalho de planejamento e gestão das suas carreiras. A convite deles, a Talma&Gadelha realizará sua primeira tour internacional.

Além de agendamento de shows do Talma&Gadelha em várias cidades portuguesas como Braga, Porto, Lisboa e Freadmunde, a Music for All também faz uma grande assessoria de imprensa, que envolve os lançamentos e divulgação dos singles da banda no país até junho será lançado o single "Alucinando", com ampla divulgação em rádios, TVs, jornais e revistas de todo país.

Colabore, divulgue e participe!
Saiba como ajudar, aqui:
www.catarse.me/talmaegadelha

Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!

INSTÂNCIA DAS ARTES CONCORRE A PRÊMIOS


ESTANTE LIVRE E INSTÂNCIA DAS ARTES, PROJETOS CULTURAIS DA
JUSTIÇA FEDERAL NO RN,  CONCORREM AO II PRÊMIO
AJUFE E AO XIV PRÊMIO INNOVARE 2017

PRÊMIO AJUFE

Objetivando estimular uma gestão participativa e eficiente do Judiciário, além de motivar os estudantes universitários a contribuir na formulação de sugestões com potencial de produzir resultados inovadores na Justiça Federal, o prêmio Ajufechega a sua segunda edição em 2017.

Destinado a identificar, valorizar e disseminar boas práticas na Justiça Federal, O “II PRÊMIO AJUFE: BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO”, tem como público alvo: Juízes Federais de 1ª e 2ª instância, Servidores da Justiça Federal, Advogados públicos, Membros do Ministério Público Federal, Delegados da Polícia Federal, Advogados e Estudantes universitários e o público no geral, em suas respectivas categorias (Boas práticas dos magistrados na Justiça Federal; Boas práticas dos servidores na Justiça Federal; Boas práticas para eficiência da Justiça Federal e Sugestões de estudantes universitários de graduação - Boas práticas para a Justiça Federal).

O concurso, promovido pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), conta com o apoio da IBRAJUS e Itaipu Binacional.

PRÊMIO INNOVARE

Atividades inovadoras com o objetivo de aumentar a qualidade dos serviços jurisdicionais são disseminadas pelo Prêmio Innovare, um dos mais importantes da Justiça brasileira e que está em sua 14ª edição. As categorias tradicionais de tema livre que serão contempladas são: Tribunal, Juiz, Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia e Justiça e Cidadania.

É importante lembrar que as experiências do judiciário serão julgadas por diversos critérios como eficiência, qualidade, criatividade, exportabilidade, satisfação do usuário, alcance social e desburocratização. Desde 2004 mais de 5 mil práticas foram inscritas e 160 premiadas.

O Innovare é realizado pelo Instituto Innovare, Ministério da Justiça, associações jurídicas e conta com o apoio do Conselho Nacional de Justiça/CNJ. Sua criação foi uma dessas raras oportunidades em que uma conjunção de fatores conspira a favor do bem público.

ESTANTE LIVRE & INSTÂNCIA DAS ARTES

Estante Livre e Instância das Artes, projetos culturais da Justiça federal no RN, estão inscritos e concorrendo nos dois concursos: “Boas práticas dos servidores na Justiça Federal”, Prêmio Ajufe, e “Justiça e Cidadania”, Prêmio Innovare.

O Prêmio Ajufe será divulgado no dia 26 de maio de 2017 e a premiação aos seus autores, mais adiante, será presencial em São Paulo. O resultado do Innovare, em data também ainda a ser confirmada, será apresentado à sociedade em solenidade pública, em Brasília, juntamente com seus respectivos idealizadores.

Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!

novembro 14, 2016

PROFESSOR UFRN & ROYAL SOCIETY

SAMUEL XAVIER DE SOUZA
PARCEIRO DA ROYAL SOCIETY
Fotografia: Divulgação

PROFESSOR DA UFRN RECEBE PRÊMIO INÉDITO
DA ACADEMIA  ROYAL SOCIETY 

Por
NOVO JORNAL

O professor do Departamento de Engenharia da Computação e Automação (DCA) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Samuel Xavier de Souza, conquistou o prêmio Newton Advanced Fellowships, oferecido pela academia Royal Society, do Reino Unido, que financiará por dois anos o projeto de pesquisa desenvolvido pelo Laboratório de Arquiteturas Paralelas para Processamento de Sinais (LAPPS) da UFRN, juntamente com a Universidade de Bristol. Coordenador do LAPPS, Samuel Xavier de Souza é o primeiro professor da UFRN a receber o prêmio e se torna parceiro da Royal Society durante o período de parceria.

A pesquisa premiada, sobre softwares energeticamente eficientes, está em desenvolvimento há três anos no LAPPS e visa promover alternativas para criação de programas que consomem menos energia tanto para uso em dispositivos móveis – celulares e tablets, por exemplo – como também em data centers, onde são utilizados supercomputadores e servidores de nuvem computacional. Com isso, espera-se garantir maior tempo de bateria nos dispositivos de pequeno porte e economia na conta de energia dos aparelhos de grande porte.

 “Para se ter noção, levantamentos apontam que os data centers consomem de 1,5% a 2% de toda a eletricidade gerada mundialmente”, explica o professor. Para reduzir o consumo, o projeto propõe uma reestruturação por meio de um processamento paralelo: em vez do habitual funcionamento do programa em apenas um processador com alta frequência, propõe-se o aumento do número de processadores e a diminuição da velocidade, o que economiza energia mantendo o mesmo desempenho do aparelho.

A conquista do prêmio se deu por meio de parceria firmada neste ano com a Universidade de Bristol, no Reino Unido, onde a professora Kerstin Eder trabalha na mesma linha de pesquisa. A verba cedida pela Royal Society é retirada do Fundo Newton, que destina 375 milhões de libras esterlinas para desenvolver, a longo prazo, o crescimento sustentável e o bem-estar social dos países parceiros por meio do fomento à pesquisa e à inovação. No Brasil, o Fundo investirá 27 milhões de libras esterlinas até 2017.


“Com esse financiamento poderemos desenvolver a cooperação internacional e a pesquisa na universidade”, cita Samuel Xavier, que irá ao Reino Unido na segunda semana de dezembro para iniciar a colaboração. Atualmente, o projeto de softwares energicamente eficientes do LAPPS/UFRN é tema de uma pesquisa de doutorado concluída, três em andamento e uma nova que começará no próximo semestre, assim como de um trabalho de mestrado. O laboratório faz parte do Núcleo de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação (nPITI), do Instituto Metrópole Digital (IMD), e ainda abriga outros projetos dentro do grupo de pesquisa em sistemas computacionais e de comunicações energicamente eficientes.

...fonte...

Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!

novembro 07, 2016

UM POTIGUAR RIVAL DE SANTOS DUMONT


AUGUSTO SEVERO

Livro resgata a história do inventor potiguar que foi a Paris, em 1901,
participar de um concurso e morreu num desastre aéreo.
Político, jornalista, inventor e aeronauta brasileiro.

POTIGUAR AUGUSTO SEVERO FOI RIVAL DE SANTOS DUMONT

Por
DA AGÊNCIA ESTADO I FOTO: DIVULGAÇÃO

Uma tragédia chocou Paris em 1902. Às 5h40, a cidade ouviu uma explosão a cerca de 400 metros de altura. Em poucos segundos, escombros do dirigível Pax se chocaram contra a Avenue du Maine. No meio deles estava o corpo do primeiro mártir nacional da aeronáutica.

Parlamentar, republicano, abolicionista e defensor do divórcio, Augusto Severo de Albuquerque Maranhão foi o maior concorrente brasileiro de Alberto Santos Dumont na busca pela dirigibilidade aérea. Jornais da época publicavam manchetes do tipo “Severo x Santos”. Segundo especialistas, ele chegou a fazer algumas coisas até mais avançadas do que o pai da aviação. É justamente essa lacuna que Os Balões de Augusto Severo, de Rodrigo Moura Visoni (Editora Tamanduá_Arte), tenta suprir.

Com publicação prevista para 2017, o livro conta que Severo foi o único inventor brasileiro a testar um dirigível no País – o Bartholomeu de Gusmão, em 1894, no Rio. Também criou novos tipos de motores e, na política, aprovou projetos de interesse em seus três mandatos como deputado. Entre eles, um de saneamento da capital federal.

Nascido em 11 de janeiro de 1864, no município de Macaíba, ele começou a estudar Engenharia na Escola Politécnica do Rio aos 16 anos, mas desistiu do curso após ficar doente.

Em 1892, Severo pediu patente para a “direção dos balões”, dada em 4 de agosto e para o dirigível Bartholomeu de Gusmão, expedida em 8 de outubro. Em 27 de julho de 1899, patenteou o Pax, dirigível que acabaria com sua fortuna e sua vida.

Empolgado com o Prêmio Deutsch, que prometia 100 mil francos a quem em até meia hora voasse 11 km sem escalas, partindo e voltando ao mesmo ponto e contornando a Torre Eiffel no meio do percurso, Severo embarcou rumo à França em 18 de setembro de 1901 com a mulher, Natália, os filhos Augusto e Otávio e dois amigos.  Quando a encomenda foi entregue, em 1902, no entanto, todas as glórias já eram para seu concorrente brasileiro. Em 19 de outubro de 1901, Santos-Dumont havia completado sua prova do Prêmio Deutsch em meio a uma grande polêmica, causada pela falta de definição prévia do momento em que começava e terminava a prova. Após um debate que mobilizou os franceses, em 4 de novembro de 1901, por 13 votos a favor, 9 contra e 2 em branco, o Aeroclube da França decidiu dar o prêmio a Santos Dumont, que ganhou fama mundial e entrou para a história.
  
DIRIGÍVEIS MAIS AVANÇADOS QUE OS DE SANTOS DUMONT

“Os dirigíveis de Augusto Severo sempre foram mais avançados do que os de Santos Dumont. Quando fez o Bartholomeu de Gusmão em 1894, por exemplo, Santos-Dumont ainda não havia feito uma única ascensão em balão. Mas, por ter ganhado o disputado Prêmio Deutsch e se dedicado ao avião, Santos Dumont teve muito mais destaque na aeronáutica que Augusto Severo e acabou ofuscando o nome dele”, diz Visoni.

“Embora reconhecido internacionalmente pelos aperfeiçoamentos que introduziu nos dirigíveis, pouco se fala de Augusto Severo no Brasil. A figura de Santos Dumont eclipsou-o...”, confirma o físico e especialista em aviação Henrique Lins de Barros, na apresentação do livro.

Severo chegou a mandar carta ao presidente do Aeroclube da França protestando contra o encerramento do concurso. Disse que o balão com que pretendia disputar o Prêmio Deutsch estava quase pronto e o aeroclube não deveria fechar a porta a alguém vindo de tão longe. Afirmou ainda que, em sua visão, Santos Dumont não havia preenchido os requisitos do regulamento. Queixas em vão: em 8 de novembro de 1901, o prêmio foi entregue ao concorrente.

“Que fique claro que Severo não era um rival invejoso tentando prejudicar um compatriota, muito pelo contrário”, escreveu Visoni. “Prova disso é que, em 17 de julho de 1901, ele mesmo havia proposto e feito o Congresso brasileiro votar um prêmio de 100 contos de réis a Santos Dumont, como incentivo às experiências aerostáticas que fazia na França.”

Com 30 metros de comprimento, 20 de altura e 13 de diâmetro, o Pax ficou pronto em abril de 1902. Custou 150 mil francos, o dinheiro todo de Severo. Tinha dois motores a petróleo, sete hélices e levou cinco dias para ser inflado. Logo virou atração. Até a polícia teve de ser chamada para dar conta do grande número de curiosos.

TRAGÉDIA NO ÚLTIMO VOO

A tragédia do último vooApós dois testes no dirigível, Severo marcou um voo para as 5 horas do dia 12 de maio de 1902. Diante de cerca de 40 pessoas e com o balão já fora do hangar, ele assumiu a proa e o mecânico francês Georges Saché, a popa. Para carregar mais lastro, desistiu de levar o amigo Álvaro Pereira Reis.

O Pax era a concretização de um modelo que distinguiu Severo de outros inventores: o do dirigível semirrígido. “Eram aeronaves dotadas de estrutura parcial interna, que lhes permitiria atingir velocidades e alturas superiores aos dirigíveis flexíveis de Dumont. Ele [Dumont]sofreu vários acidentes ao longo da carreira justamente em razão da fragilidade de seus balões e por não haver adotado a disposição simétrica de forças proposta por Severo”, explisou o autor.

Ironicamente, porém, enquanto Dumont escapou praticamente ileso de todos os acidentes, Severo teve um destino trágico. Como descreveu o repórter Georges Caye, que acompanhou a ascensão do dirigível no Parque de Vaugirard, em Paris, “eram precisamente 5h25 quando o Pax largou o solo”. Após assistentes experimentarem cordas e hélices e fazerem os últimos testes, o político-aviador despediu-se dos amigos, mandou um beijo para a mulher e o filho mais velho e decolou.

Na época, os dirigíveis voavam com uma grande corda usada para ajudar nos movimentos e no equilíbrio do balão. “Quando o balão atingiu a extremidade da corda, o homem que a segurava reteve-a por um momento”, escreveu Caye. “Severo, sentindo-se detido, pensou que fosse insuficiente a força ascensional e lançou dois sacos de lastro, o que fez o balão elevar-se subitamente.” Logo se percebeu que algo não ia bem.

“O veículo não conseguia avançar contra o vento e os dois aeronautas começaram a fazer gestos largos um para o outro. A aeronave derivava, a cerca de 400 m de altitude, sobre a Avenue du Maine. Severo, que estava no motor da frente, deslocou-se para verificar o que se passava atrás. Isso fez o balão elevar a proa, sem, no entanto, tomar inclinação inquietante.

Logo depois, espectadores viram um clarão. Quase no mesmo instante, uma explosão tremenda foi ouvida. O balão havia se incendiado e estourado!”, descreve Visoni.

MORTE CAUSOU COMOÇÃO EM PARIS

A mulher de Severo, que seguia o voo de automóvel, deu um grito e desmaiou. A carcaça do dirigível tombou em poucos segundos. Severo caiu em pé, agarrado à quilha e sem queimaduras. O choque fez suas pernas entrarem no abdome. Seu relógio parou às 5h40. Já Saché foi completamente carbonizado. A Avenue du Maine,  anos depois, ganhou uma placa em francês com os dizeres: “Aqui morreram, vítimas da ciência, SEVERO, aeronauta brasileiro, e seu mecânico, o francês SACHET, na queda do dirigível Pax, em 12 de maio de 1902”.

Após ser levado a uma delegacia, o corpo de Severo foi transferido à casa da família, na Rue Gallilée, 63. Já o de Saché, que era solteiro e sem filhos, foi para a casa dos pais e enterrado em 15 de maio. No dia 30 de maio, o corpo do potiguar foi embarcado no paquete Brèsil. O enterro definitivo ocorreu em 18 de junho de 1902 no Cemitério São João Batista, no Rio, onde 30 anos depois também seria sepultado o corpo de Santos Dumont.


...fonte...

Se copiar textos e ou fotografias, atribua os créditos!
Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610/98, violá-los é crime!