outubro 14, 2017

DO MASSACRE À CANONIZAÇÃO

 
CUNHAÚ - CANGUARETAMA/RN
Fotografia: Canindé Soares

DO MASSACRE À CANONIZAÇÃO
PAPA FRANCISCO DECRETA SANTIDADE DE 30 MORTOS POR 
HOLANDESES NO RIO GRANDE DO NORTE HÁ 372 ANOS

Por
Renata Moura - Da BBC Brasil em Londres

O Brasil amanhece neste domingo, 15/10, com trinta novos santos reconhecidos pela igreja católica. São os Mártires de Cunhaú e Uruaçu, mortos na capitania do Rio Grande do Norte durante a invasão holandesa no século 17 por não reconhecerem a fé.

HISTÓRIA

Uma missa de domingo em uma capela, uma celebração em campo aberto às margens de um rio e 150 pessoas brutalmente assassinadas. Dois massacres registrados no Rio Grande do Norte e apontados como símbolos da intolerância religiosa de holandeses que dominavam o Nordeste brasileiro em 1645 renderão ao país, 372 anos depois, 30 novos santos - "os primeiros santos mártires do Brasil".

Os chamados "mártires de Cunhaú e Uruaçú" - nomes de duas localidades da época que hoje correspondem aos muncípios potiguares de Canguaretama e São Gonçalo do Amarante - foram beatificados no ano 2000 pelo Papa João Paulo II e serão canonizados neste domingo pelo Papa Francisco.

Os 30 novos santos são os únicos mortos identificados em dois massacres que deixaram um saldo de aproximadamente 150 vítimas. Por esse motivo, somente eles serão reconhecidos na cerimônia.

O caso é considerado emblemático, entre outros motivos, porque os massacrados teriam "dado a vida, derramado o sangue, na vivência de sua fé", segundo a Igreja.

Em Cunhaú, 70 teriam sido assassinados em 16 de julho de 1645. O episódio é apontado como retaliação holandesa aos que seguiam a fé católica e se recusavam a migrar para o movimento religioso protestante que difundiam, o calvinismo.

Quase três meses depois desse episódio, em 3 de outubro, outras 80 pessoas também viraram alvos em outro cenário: às margens do rio Uruaçú, foram despidas e assassinadas por não terem se convertido ao protestantismo.

Nem crianças foram poupadas do ataque. Uma delas, com dois meses de vida, foi uma das vítimas, junto com uma irmã e o pai.

Também parte desse segundo grupo, o camponês Mateus Moreira acabou virando símbolo do martírio porque, no momento de sua morte, teria bradado: "Louvado seja o Santíssimo Sacramento". A louvação seria uma prova incontestável de sua fé, na visão católica. Ele foi morto ao ter o coração arrancado pelas costas.

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Imagem pintada por Padre Eladio

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outubro 09, 2017

CORES E TONS: WAGNER DI OLIVEIRA


CORES & TONS

WAGNER DI OLIVEIRA EXPÕE NO 
ESPAÇO CULTURAL DA JUSTIÇA FEDERAL NO RN

Nome veterano nas artes plásticas no Rio Grande do Norte, Wagner Di Oliveira​, artista assuense, terá suas obras expostas, entre os dias 10 e 25 de outubro, de segunda a sexta, das 9h às 17h, no Espaço Cultural da JFRN.

Traduzindo-se em uma profusão de cores e tons, característica visível no estilo de Wagner, óleo e acrílica sobre tela serão as técnicas aplicadas à maioria dos trabalhos expostos, retratando cenas delicadas e sensíveis do cotidiano da cidade de Assu, terra natal do pintor.

Autodidata, Wagner Di Oliveira teve o primeiro contato com as artes plásticas aos sete anos, por meio de revistas e livros com pinturas de Leonardo da Vinci, Monet, Picasso e Van Gogh. Mas a principal influência veio dos quadrinhos dos anos 80, notadamente Mozart Couto, Eugênio Colonnese, Edmundo Rodrigues e Flávio Colin.

Aos 12 anos desenhou a revista “Festolândia” como conteúdo voltado ao público jovem. Experimentava as possibilidades expressivas da caneta esferográfica preta como material de desenho, substituto do nanquim. 

Em 1998 enviou uma história para a produção de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica com um pedido de trabalho, teve uma resposta impressa da produção da revista aconselhando-o a buscar outras referências pelo apelo “adulto” impresso em seus traços.

Wagner expôs pela primeira vez em 2004, no Assu Mix. Daí em diante, galerias, festivais, salões e demais espaços culturais tem recepcionado seus trabalhos. Entre os dias 20 e 23 de outubro, Wagner estará em Paris, a convite da Divine Academie Française des Arts Lettres et Culture, expondo no Carrousel Du Louvre, acrescentando mais este feito à sua carreira artística.

...serviço...

Cores & Tons
Wagner Di Oliveira
Espaço Cultura da JFRN
10 a 25 de outubro, 9h às 17h, segunda a sexta
Justiça Federal RN
Rua Dr. Lauro Pinto - 245 - Lagoa Nova Natal/RN

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setembro 16, 2017

PINACOTECA POTIGUAR: UMA HERANÇA CULTURAL

 

PINACOTECA POTIGUAR

Um palácio que guarda a história e herança cultural do estado

Via
Fundação José Augusto

Você sabia que a atual Pinacoteca do Rio Grande do Norte já foi o Palácio do Governo Estadual? A maior expressão da arquitetura neoclássica em Natal foi inaugurado em 1873. Em 1902, em ato do governador Alberto Maranhão, foi transformado em sede do Governo Estadual, permanecendo como centro da vida política do RN até 1995. Atualmente é um importante centro cultural, com exposições permanentes das obras mais relevantes do acervo da Pinacoteca Potiguar.

A construção do Palácio Potengi aconteceu entre os anos de 1865 e 1873. O engenheiro responsável pelo projeto foi Ernesto Augusto Amorim, instituído pelo então chefe da província de Natal, Olindo José Meira. A intenção de criar o prédio foi para que ele servisse como Tribunal do Júri e também como Assembleia Legislativa.

Quando foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), passou a ser um centro cultural muito importante não apenas para Natal, mas para o país inteiro. O Palácio Potengi conta com um acervo com mais de 500 obras registradas e expostas. Além de tais, o local ainda dispõe de temporadas exclusivas com exposições especiais.

Atualmente o espaço é um importante centro cultural, com exposições permanentes das obras mais relevantes do acervo da  das artes visuais pertencentes ao Governo do Estado. Com uma reunião de obras de arte tanto de artistas locais, nacionais e internacionais. Entre estes: Volpi, Tarsila do Amaral, Cícero Dias e Fayga Ostrower. Dos nossos, Maria do Santíssimo, Newton Navarro, Dorian Gray e Abraham Palatnik.

No aspecto museológico, a Pinacoteca Potiguar tem dois grandes destaques: Uma escultura do Budda do Laos, uma raridade do final do século 12, procedente do Laos, na Ásia. A peça é de chumbo e banhada em ouro. Foi doada pelo colecionador suíço que morou em Natal, Fritz Alain Gegauf.

O objetivo de manter uma pinacoteca no Palácio Potengi veio da necessidade de expor, incentivar e também conservar as artes visuais do estado do Rio Grande do Norte. Ao todo são seis núcleos voltados para esta ação com salas reservadas exclusivamente para exposição de artistas locais. Além do acervo e do espaço, todo o conjunto mobiliário do Palácio Potengi foi mantido para deixar a pinacoteca ainda mais grandiosa. Durante suas férias na cidade, não deixe de visitar o espaço e conhecer um pouquinho mais da herança cultural que a cidade de Natal tem para oferecer.

...visitação...
Terça a Domingo, das 8h às 17h

...endereço...
Praça 7 de Setembro, SN, Cidade Alta, Natal/RN
Ponto de referência: ao lado da Assembléia Legislativa.

...contato...
(84) 3231.3498 | (84) 3211.7056

pinacotecarn@gmail.com

...fotografia...
FJA/Informática

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setembro 13, 2017

INSTÂNCIA DAS ARTES - EDIÇÃO SETEMBRO


INSTÂNCIA DAS ARTES BRINDARÁ A CHEGADA DA
 PRIMAVERA COM MÚSICA DE QUALIDADE

Por

ASCOM/JFRN

Setembro chegou e com ele logo, logo a primavera! O Instância das Artes, projeto cultural da Justiça Federal no RN, recepcionará uma das mais lindas estações do ano com música e alegria. Dodora Cardoso e Choro da Terra são os convidados de honra do projeto musical que tem edição agendada para o dia 28/09, uma quinta-feira, às 11 horas, hall de entrada da Justiça Federal, Natal/RN.

DODORA CARDOSO

Dodora Cardoso comemora conosco os seus 40 anos de atuação no cenário musical potiguar. Natalense e filha de caicoenses, atualmente com cinco CDs gravados, comprova seu sucesso com mais de cinco mil cópias vendidas (mesmo sem patrocínio, produtor e empresário) e uma agenda preenchida em muitos palcos do estado, incluindo o palco do Instância das Artes.

CHORO DA TERRA

O grupo tem feito uma trabalho de pesquisa e valorização do chorinho, gênero musical tipicamento brasileiro, apresentando um repertório dedicado aos grandes compositores nacionais e regionais. Formado por Anchieta Menezes (violão 7 cordas), Jonathas Marques (clarinete), David Silva (pandeiro), Cesar Sampaio (cavaquinho) e Joedson Silva (sax alto e tenor).

INSTÂNCIA DAS ARTES

Projeto cultural iniciado em 24 de abril de 2014, suas apresentações são abertas ao público jovem e adulto, contemplando as vertentes do vocal e do instrumental potiguar, iniciando-se pontualmente às 11 horas, sempre na última quinta-feira de cada mês.

O Instância das Artes recentemente foi contemplado com Menção Honrosa no II Prêmio AJUFE - Associação dos Juízes Federais do Brasil, concorrendo ainda ao XIV Prêmio Innovare.

O projeto surge como mais uma alternativa no cenário musical potiguar ,unindo a arte e cultura regional nas dependências da Justiça Federal no Rio Grande do Norte, proporcionando, assim, a aproximação do Judiciário Federal com a sociedade local.

O projeto Instância das Artes conta com o poio cultural da Assejuf/RN, Sintrajurn, Sicoob Judiciário e Restaurante Natalis.

...serviço...

Justiça Federal RN
Projeto Cultural Instância das Artes
Rua Dr. Lauro Pinto - 245, Lagoa Nova, Natal/RN
28/SET, 11 horas

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setembro 12, 2017

SALVE O CASARÃO DOS GUARAPES


CASARÃO GUARAPES - MACAÍBA/RN
Fotografia: Canindé Soares

SALVEM O CASARÃO DOS GUARAPES

Por

 Eliana Lima 
 Tribuna do Norte

O casarão dos Guarapes, em Macaíba, marco da economia potiguar do século 18, continua em ruínas. Enquanto isso, o recurso de R$ 1 milhão do Ministério do Turismo para a recuperação, que estava na Caixa Econômica desde 2015 a espera das providências do governo estadual, já foi devolvido a Brasília.

O grito pela restauração do casarão partiu de Valério Mesquita, conselheiro do TCE. “Se disserem que isso ocorreu por contingenciamento de despesa, a declaração não cala porque há quase oito anos o projeto sofreu “embargo de gaveta na Fundação José Augusto, Prefeitura de Macaíba, etc”.

“Fabrício continuará donatário da Capitania de Macaíba e capataz dos ministérios circundantes dos Guararapes. Ele haverá de entender que o Rio Grande do Norte, hoje, está muito pior do que aquele do seu tempo”, lastima Mesquita.

Em dezembro de 2015,Valério Mesquita, estão presidente do Instituto Histórico e Geográfico do RN, parabenizou a matéria na Revista Bzzz, assinada pela jornalista Adriana Brasil, sobre as ruínas do Casarão dos Guarapes, e lembrou que no dia 11 daquele mês o Ministério do Turismo liberou R$ 1 milhão do Prodetur para o início, em janeiro, das obras de restauração, “coroando uma luta de longa espera (15 anos)”.

Certamente o governador Robinson Faria tomará providência para reverter tal situação. Logo agora que ele está conquistando reconhecimento do gestor que resgata a história a cultura do RN.

De acordo com a matéria na Bzz, o Casarão do Guarapes fica “no alto de uma colina na divisa entre os municípios de Natal e Macaíba, às margens da BR-226”. Elo perdido da história do comércio do potiguar, está “numa localidade carente, escondido pela vegetação, no bairro que leva o mesmo nome do casarão, onde os índices de violência são altos”.

O Imóvel – em ruínas – que um dia foi impotente está à mercê de aventureiros e vândalos. Foi construído pelo visionário comerciante Fabrício Pedroza, que transformou a realidade da área, antes inexpressiva, que por pouco não disputou com Natal o posto de capital da província do RN, diante do prestígio e da visão do patriarca daquelas terras.

Ruínas da maior casa comercial até hoje implantada em solo de potis-desmemoriados, em 1858. Segundo o historiador Anderson Tavares de Lyra, Guarapes foi o centro comercial onde se exportava e importava diretamente da Europa e Estados Unidos. “Navios subiam o Rio Potengi carregados de açúcar, algodão, couros”, disse à Bzzz.

Os navios passavam direto do porto de Natal e entravam no Guarapes, carregados. “E de lá saiam ainda mais carregados de mercadorias do que Natal”. Fabrício Pedroza, muito influente, cogitou, juntou a Oliveira Junqueira, então presidente da província potiguar, mudar a capital do RN para o Guarapes, levando em conta que Natal era “um tabuleiro cercado por dunas, sem condições de alavancar grande um comércio”.

A propriedade foi comprada em 1899, por Juvino Barreto, casado com Inês Maranhão, neta de Fabrício e irmã de Alberto Maranhão. Depois foi herdada pelo filho Pio Barreto que vendeu a Nizário Gurgel; que negociou para Manoel Duarte, casado com a famosa viúva Machado. Posteriormente, foi vendida ao alemão Gerold Gerppert, que nos anos 70 incluiu o terreno em um grande loteamento. O local já estava desocupado e abandonado.

O arquiteto Paulo Heider Feijó, especializado em patrimônio, traçou o projeto de restauração para transformar as ruínas do empório comercial no museu do comércio e da indústria potiguar. Mas, continua no papel. Além de refazer as estruturas do casarão tais como antes, seriam construídos estacionamentos, praças, etc. Pode ser um marco para o turismo. Afinal, histórias interessantes atraem bons turistas. Exemplo do que acontece na Europa.

Anderson Tavares defende também que a revitalização homenageie com um memorial o aviador Augusto Severo, que foi neto de Fabrício Pedroza e criado em Guarapes (assim como Alberto Maranhão, neto e ex-governador). “Era um apaixonado pelo local”, diz.

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O FOTÓGRAFO NEGRO DO SERTÃO POTIGUAR


JOSÉ EZELINO

EXPOSIÇÃO RESGATA O TRABALHO DO FOTÓGRAFO
DO SERTÃO POTIGUAR DO SÉCULO XIX

Os primeiros retratos de pessoas negras do Rio Grande do Norte,  fotografadas por José Ezelino da Costa (1889 - 1952), estão sendo apresentadas ao público,  pela primeira vez, em uma exposição. Além de fotógrafo revolucionário, ele bordava e pintava seus próprios cenários, era músico e formou uma das primeiras bandas de jazz, no início do século 20. no Seridó Potiguar. Autodidata, tocava violino e saxofone. Aprendeu a revelar as próprias fotos a partir de manuais. José Ezelino ressurge, um século depois, para tornar a história da fotografia potiguar menos monocromática.

"Quando a pele incendeia a memória – Nasce um fotógrafo no sertão do século 19”, abordando o resgate do trabalho do fotógrafo do sertão potiguar, encontra-se em cartaz no Natal Shopping, Natal/RN. O projeto fica em cartaz até o dia 28 de setembro de 2017.

A exposição, que tem curadoria de Ângela Almeida e expografia de Rafael Campos e Michelle Holanda, conta com 40 fotografias. Os retratos revelam a identidade social da cultura negra e o dia a dia da região do Seridó, cuja sociedade da época era predominantemente branca, comandada por uma elite de coronéis e fazendeiros. A pesquisadora contou com o apoio da sobrinha-neta do retratista, a arquiteta Ana Zélia Moreira, que apresentou o álbum de família, herança deixada por sua mãe.

José Ezelino nasceu em 1889, na cidade de Caicó. Filho de pais escravos, tornou-se fotógrafo quando a fotografia ainda era recente para um sertão distante dos centros urbanos do Brasil.

Ele conseguiu a façanha de retratar a si e aos seus familiares usando a mesma linha estética das famílias de alta classe da região Sudeste brasileira e dos países europeus colonizadores. Figurino, direção, cenários e captação eram criações do próprio artista. Isso sem nunca ter tido acesso a nenhum tipo de referência, pois sua viagem mais longa foi à cidade do Recife (PE).

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junho 20, 2017

POTIGUAR VENCE PRÊMIO SESC LITERATURA


JOSÉ ALMEIDA JÚNIOR
 "Última Hora" desbancou outros 979 romances inscritos

MOSSOROENSE VENCE EDIÇÃO NACIONAL DO 
PRÊMIO SESC DE LITERATURA 2017

Via
Portal Sesc

José Almeida Júnior, natural de Mossoró/RN, sagrou-se vencedor no Prêmio Sesc de Literatura 2017, categoria Romance. "Última Hora", seu livro, desbancou outros 979 romances inscritos. Neste ano foram registradas 1.793 inscrições, sendo 980 Romances e 813 livros de Contos. O paulista João Meirelles Filho, com a obra "Poraquê e Outros Contos", foi o vencedor na categoria Contos.

ÚLTIMA HORA

O romance trata de uma narrativa histórica passada no jornal fundado por Samuel Wainer sob ponto de vista de um personagem fictício chamado Marcos. Por ter sido vítima de tortura no Estado Novo, Marcos reluta em trabalhar para o periódico, mas acaba aceitando a oferta de Wainer em razão de problemas financeiros. Vivendo o dilema de escrever para um jornal que apoia o governo de Vargas, Marcos acompanha a Última Hora desde a fundação até as crises que quase levam ao seu fechamento. Para embasar os fatos históricos narrados no romance, o autor consultou jornais da época, anais da Câmara dos Deputados, autos da CPI que investigou o Última Hora, além de vasta bibliografia, que incluiu biografias, livros de história, dissertações de mestrado e teses de doutorado a respeito do tema.

O PRÊMIO

Revelar novos talentos e promover a literatura nacional são propósitos do Prêmio Sesc de Literatura. Lançado pelo Sesc em 2003, o concurso identifica escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. Além de incluir os autores em programações literárias do Sesc, o Prêmio também abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados pela editora Record e distribuídos para toda a rede de bibliotecas e salas de leitura do Sesc em todo o país. Mais do que oferecer uma oportunidade a novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura cumpre um importante papel na área cultural, proporcionando uma renovação no panorama literário brasileiro.

JOSÉ ALMEIDA JÚNIOR

Natural de Mossoró-RN, o autor é formado em Direito pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte-UERN, com pós-graduação em Direito Processual pela Universidade do Amazonas-UNAMA e em Direito Civil pela Universidade Anhanguera. Há dez anos reside em Brasília, onde exerce o cargo de Defensor Público do Distrito Federal.

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Divulgação

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junho 06, 2017

JUSTIÇA FEDERAL NO RN LANÇA GIBI


COM O FOCO NO PÚBLICO INFANTIL, JUSTIÇA FEDERAL DO RN
LANÇA O GIBI "TURMA DO DELGADO"

Por
ASCOM/JFRN

Em uma concorrida solenidade, a Justiça Federal no Rio Grande do Norte lançou a publicação “Turma do Delgado”, um gibi voltado para despertar a cidadania nas crianças. A revista traz como personagens profissionais que deixaram sua marca na história da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte.

O nome do gibi “ Turma do Delgado” é em homenagem ao ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça José Augusto Delgado,que atuou como Juiz Federal na JFRN. O atual ministro do STJ Luiz Alberto Gurgel de Faria, os Desembargadores Federais aposentados Araken Mariz de Faria e Francisco Barros Dias, e as servidoras Maria Isabel Gurgel Umbelino e Marineve Vasconcelos também são personagens da revista em quadrinhos.

A revista foi produzida pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte e contou com o apoio da Federação da Indústria do Estado do Rio Grande do Norte.

A idealização do projeto foi do Juiz Federal Mário Azevedo Jambo, os magistrados Carlos Wagner Dias Ferreira e Gisele Araújo Leite, colaboraram para a produção e os textos são da supervisora de Comunicação da JFRN, jornalista Anna Ruth Dantas.

Durante o lançamento da publicação, que ocorreu na abertura da aula magna do curso de pós graduação em Direito e Gestão do Judiciário, o Diretor do Foro da JFRN, Juiz Federal Marco Bruno Miranda Clementino ressaltou o trabalho desenvolvido a partir do gibi para a formação das futuras gerações: “Dois elementos importantes: a parceria público-privada e a busca da formação ética das futuras gerações. Muitíssimo feliz com esse projeto”.

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maio 22, 2017

TALMA & GADELHA EM TOUR INTERNACIONAL


Você ainda pode ajudar esta banda
a realizar a sua primeira tour internacional

TALMA & GADELHA
TOUR INTERNACIONAL DE UMA BANDA POTIGUAR

Por
Catarse

Prestes a viver um dos momentos mais importantes da carreira, a banda Talma & Gadelha pode cancelar, por falta de apoio, a primeira turnê que faria na Europa.especificamente em Portugal. A oportunidade está agora na reta final, uma campanha de financiamento coletivo no site Catarse. A campanha ficará no ar mais alguns dias, mas atualmente tem apenas 49% de sua meta alcançada.

“É a primeira vez que recebemos um convite pra fazer shows fora do país e através de uma equipe que se identifica e trabalha com o nosso tipo de som. Isso torna a proposta mais especial e nos dá mais chances de alcançar pessoas que podem gostar do que fazemos”, explica  Simona.

“É uma honra, uma forma de resistir e dar continuidade ao trabalho da banda. E a sua participação é fundamental para que possamos levar nossa arte a novas fronteiras, abrir caminhos para outras bandas, artistas e fomentar um novo mercado de música brasileira independente na Europa”, menciona Simona.

Com 6 anos de carreira, 3 CDs lançados, 7 Clipes e vários shows pelo Brasil, a Talma&Gadelha é uma das bandas mais emblemáticas e atuantes do Rio Grande do Norte. Com uma base de fãs muito sólida, a banda tem em sua nova formação um time de peso da música potiguar com a presença de Ana Morena (baixo), Thiago Andrade (guitarra) e Yves Fernandes (bateria). "Juntos fizemos uma pequena tour pelo RN, muitos shows pela cidade e lançamos, em março desse ano, o single “Me Beija”, em Portugal, através da Music For All", complementa a vocalista da banda.

A Music For All é empresa portuguesa que apoia talentos emergentes, nacionais e internacionais e faz um trabalho de planejamento e gestão das suas carreiras. A convite deles, a Talma&Gadelha realizará sua primeira tour internacional.

Além de agendamento de shows do Talma&Gadelha em várias cidades portuguesas como Braga, Porto, Lisboa e Freadmunde, a Music for All também faz uma grande assessoria de imprensa, que envolve os lançamentos e divulgação dos singles da banda no país até junho será lançado o single "Alucinando", com ampla divulgação em rádios, TVs, jornais e revistas de todo país.

Colabore, divulgue e participe!
Saiba como ajudar, aqui:
www.catarse.me/talmaegadelha

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INSTÂNCIA DAS ARTES CONCORRE A PRÊMIOS


ESTANTE LIVRE E INSTÂNCIA DAS ARTES, PROJETOS CULTURAIS DA
JUSTIÇA FEDERAL NO RN,  CONCORREM AO II PRÊMIO
AJUFE E AO XIV PRÊMIO INNOVARE 2017

PRÊMIO AJUFE

Objetivando estimular uma gestão participativa e eficiente do Judiciário, além de motivar os estudantes universitários a contribuir na formulação de sugestões com potencial de produzir resultados inovadores na Justiça Federal, o prêmio Ajufechega a sua segunda edição em 2017.

Destinado a identificar, valorizar e disseminar boas práticas na Justiça Federal, O “II PRÊMIO AJUFE: BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO”, tem como público alvo: Juízes Federais de 1ª e 2ª instância, Servidores da Justiça Federal, Advogados públicos, Membros do Ministério Público Federal, Delegados da Polícia Federal, Advogados e Estudantes universitários e o público no geral, em suas respectivas categorias (Boas práticas dos magistrados na Justiça Federal; Boas práticas dos servidores na Justiça Federal; Boas práticas para eficiência da Justiça Federal e Sugestões de estudantes universitários de graduação - Boas práticas para a Justiça Federal).

O concurso, promovido pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), conta com o apoio da IBRAJUS e Itaipu Binacional.

PRÊMIO INNOVARE

Atividades inovadoras com o objetivo de aumentar a qualidade dos serviços jurisdicionais são disseminadas pelo Prêmio Innovare, um dos mais importantes da Justiça brasileira e que está em sua 14ª edição. As categorias tradicionais de tema livre que serão contempladas são: Tribunal, Juiz, Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia e Justiça e Cidadania.

É importante lembrar que as experiências do judiciário serão julgadas por diversos critérios como eficiência, qualidade, criatividade, exportabilidade, satisfação do usuário, alcance social e desburocratização. Desde 2004 mais de 5 mil práticas foram inscritas e 160 premiadas.

O Innovare é realizado pelo Instituto Innovare, Ministério da Justiça, associações jurídicas e conta com o apoio do Conselho Nacional de Justiça/CNJ. Sua criação foi uma dessas raras oportunidades em que uma conjunção de fatores conspira a favor do bem público.

ESTANTE LIVRE & INSTÂNCIA DAS ARTES

Estante Livre e Instância das Artes, projetos culturais da Justiça federal no RN, estão inscritos e concorrendo nos dois concursos: “Boas práticas dos servidores na Justiça Federal”, Prêmio Ajufe, e “Justiça e Cidadania”, Prêmio Innovare.

O Prêmio Ajufe será divulgado no dia 26 de maio de 2017 e a premiação aos seus autores, mais adiante, será presencial em São Paulo. O resultado do Innovare, em data também ainda a ser confirmada, será apresentado à sociedade em solenidade pública, em Brasília, juntamente com seus respectivos idealizadores.

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