julho 31, 2012

EM BUSCA DE UM PÓDIUM PARA O TALENTO

 Depois de despontar no Youtube com um clipe casairo,
Pedro Luccas quer participar do Reallity Show da Rede Globo
Programa tem estreia marcada para o dia 23 de setembro de 2012

 FOI NOS BAILES DA VIDA

 Por 
Sílvio Andrade

Os bailes e bares dos poucos anos de vida do cantor e compositor Pedro Luccas, 25, carioca radicado em Natal, aos poucos estão lhe roubando da publicidade, profissão que hoje ele ainda tem como atividade principal de sobrevivência. No youtube, o clipe caseiro “Acaso”, com quase 16 mil acessos até a última quinta-feira, começa a chamar atenção para a balada pop-rock de sua autoria.

Não é por acaso que Pedro Luccas desponta como uma promessa da nova geração da música em Natal. Derivado de várias estilos como bossa nova e  pop-rock, o tom musical dele é a estética da mistura de ritmos feitos para agradar ao público da noite, onde começou sua carreira.

Inscrito no programa “The Voice”, o reallity show musical que vai estrear na Globo, Pedro Luccas, claro, busca o reconhecimento nacional. A primeira tentativa foi em “Ídolos” da Record este ano, onde ficou entre os vinte primeiros classificados do Nordeste. Não deu pra ir mais longe, mas ficou o aprendizado, já que nesse tipo de programa nem sempre o talento vence.
 
  Pedro Luccas, com dois cês, é um “potiguarioca”
 carioca da gema e potiguar de coração, faz reverência a nomes da terra
como Krhistal,  Isaac Galvão, Manoca, Sérgio Groove, Jubileu, Bethoven

INFLUÊNCIAS

As partituras de livretos com letras despertaram cedo, entre os 12 e 13 anos de idade, o interesse de Pedro Luccas pela música. Ficava ouvindo o pai Lucas, militar da Marinha, dedilhando notas ao violão. O ritmo nunca mais saiu de sua cabeça e, para completar, a mãe Alba Regina cantava e chegou a participar de programas de calouros de TV.

Aprendeu a tocar e a cantar ouvindo ídolos da bossa nova e nomes como Djavan, Os Paralamas do Sucesso, Skank, Biquíni Cavadão, Frejat, Ed Mota. No cenário internacional, cita Stevie Wonder e Brian McKnight, um fera do rithm and blues e pop norte-americano.

Influência à parte, na batalha para sobreviver de música, Pedro Luccas frisa que isso não é fácil: “Falta incentivo aos artistas locais, falta patrocínio”. E faz reverência a nomes da terra como Krhistal, Isaac Galvão, Manoca, Sérgio Groove, Jubileu, Bethoven.


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