maio 06, 2013

O DIA DO ARTISTA PLÁSTICO EM NATAL

 
PEDRO PEREIRA
 Dia do Artista Plástico será comemorado na capital potiguar
com exposição e debate sobre obra de Pedro Pereira
Um potiguar e um  artista de corpo e alma
Fotografia: Rodrigo Sena/TN

08 DE MAIO 
DIA DO ARTISTA PLÁSTICO

Por
Assessoria Comunicação
TN/JH/FM

A Prefeitura do Natal, através da Fundação Cultural Capitania das Artes, promove na próxima quarta-feira, dia 8 de maio, em comemoração ao já tradicional Dia do Artista Plástico, uma mesa redonda com o idealizador do movimento, Pedro Pereira.

O  debate será na galeria de arte Newton Navarro, na Funcarte, a partir das 19h30. Na ocasião, o artista vai falar sobre a experiência  no 8 de maio e nas artes plásticas. Ele também vai expor registros fotográficos do acervo particular em banners. Pedro venceu a imobilidade que um acidente vascular cerebral tentou lhe impor.

O título do evento na Capitania das artes é “Memória”. A programação é aberta ao público e o acesso gratuito. Paralelo ao acervo de Pedro Pereira, a Funcarte também vai expor 115 obras do acervo próprio da Fundação. A exposição fica em cartaz até 24 de maio. O horário de visitação é de 8h às 17h.

 PEDRO PEREIRA
Arte Camiseta em 1991
Fotografia: Assis Lima

 INÍCIO

Há exatos 14 anos, a ideia de comemorar o Dia do Artista Plástico em Natal foi idealizada pelos artistas Pedro Pereira e João Natal. Depois de uma exposição, eles marcaram um encontro para discutir de que maneira poderiam celebrar a data e decidiram organizar um Atelier Aberto. Então, no dia 8 de maio de 1999, juntaram tinta, telas, pincéis e grandes nomes como Vicente Vitoriano, Olavo Oliva, Marcelo Fernandes, Marcelus Bob, Reinaldo Azevedo e Eucir Filgueira para um dia inteiro de produção, que resultou em um catálogo. “Um mês depois, em 10 de junho, fizemos uma exposição na Fundação Hélio Galvão e o dinheiro arrecadado com a venda dos quadros foi doado à Casa de apoio a Criança com Câncer”, lembra Pedro Pereira, citando ainda o apoio da Fundação e da fotógrafa e artista plástica Candinha Bezerra na concretização do dia.        
 
Depois disso, todo ano, o Dia 8 de Maio reúne artistas plásticos e visuais, em comemorações por toda cidade. “Sinto-me privilegiado por ter conseguido, com a força dos amigos, realizar a comemoração do Dia do Artista Plástica na capital potiguar, que é vivenciada como um dia de conscientização do que é arte, do que é o artista plástico e do valor de ambos”, diz Pedro Pereira.    
  
Para o artista, o grande sentido de celebrar a data é promover debates e reflexões a respeito do que está sendo produzido na atualidade e de como encontrar caminhos para parcerias nacionais e internacionais.      
 
Em 2002, Pedro sofreu um acidente vascular cerebral e passou alguns meses em tratamento na capital federal, no Hospital Sarah Kubitschek. Quando voltou para Natal, em 2003, Pedro afirmou que tinha sede de pintar e produziu 26 telas de 50x80 que foram expostas na Pinacoteca de Natal/RN.
 
 PEDRO PEREIRA
 Artista Plástico, Performer, Poeta e Ativista Cultural
Fotografia: Rodrigo Sena/TN

Antes de sofrer  o AVC, Pedro era tido na cidade como um agitador cultural e um artista inquieto, chegando a ser revolucionário. Hoje, sua inquietude deu lugar à leveza e a ausência de pressa em sua construção artística.  “Uma doença dessa mexe muito com a gente. Por vários momentos eu pensei que não fosse conseguir mais pintar. Até que em 2002 passei quatro meses em Brasília que modificaram meu olhar para sempre”, lembra. 

Pedro lembra que antes da doença já era dono de uma visão privilegiada por observar o mundo com humanidade e respeito. “Hoje, minha sensibilidade está à flor da pele. Tenho uma visão mais leve e percebi que não é só de peso que se faz o mundo. Eu era muito agitado, muito nervoso,  e isso influenciava diretamente na minha arte”, conta.     
 
A influência a que Pedro se refere pode ser sentida e vista no vernissage através de algumas obras feitas antes do acidente. Segundo ele, a técnica acrílica, por secar muito rápido, requer uma agilidade no pensamento e na percepção para se colocar na obra o sentido que deseja.  “Lembro que eu precisava ser rápido demais nas minhas pinturas e isso gerava um conflito. Hoje, as coisas vão surgindo com mais calma e me considero não um pintor, mas um colorista”, conta.      
 
Sem pressa para a arte e degustando cada detalhe de suas obras, Pedro diz que não sente mais tanta ansiedade quanto antes. “Não tenho saído muito. Os amigos, a boemia e o beco ficaram mais na minha mente. Ao mesmo tempo em que tenho feito muita coisa agradável e isso está sendo levado diretamente nas minhas obras”, lembra.  
  
 PEDRO PEREIRA
 Um exemplo vivo do que a arte pode fazer pelo ser humano
 Fotografia: Rodrigo Sena/TN

 DESEJOS

Como toda vida que muda bruscamente ganha sonhos e ares novos, a de Pedro Pereira hoje é envolvida no simples desejo de continuar sua arte de maneira digna e pura. “Quero pintar até não conseguir mais. E nem assim eu pararei, vou armar possibilidades outras para que a arte não morra em mim”, disse Pedro, sempre ao lado de sua esposa, Alda Pereira - uma fortaleza humana de bem querer.

Seu desejo evidente em sua fala é a venda de seus quadros e um incentivo melhor do poder público. “Tem que surgir mais incentivo aos artistas. Hoje em dia é melhor, mas ainda é pouco. Eu desejo é vender todos os quadros com a dignidade de um artista”, critica.

Entre seus sonhos, a revolta de ver o mercado artístico de Natal se tornando estético amedronta seus dias. “A arte não deve ser comprada só por decoração, mas por amor a ela. O que me incomoda é ver a arte com os olhos e não com a alma. É muito complexo um trabalho de arte que não é convencional, requer estudo profundo sobre a vida e os traços, mas poucos acreditam nisso”, disse o artista que considera seus quadros como arte completa.

Pedro traz como referência, em sua história de vida, o artista plástico Dorian Gray. “Dorian é um humanista e é nesse artista que acredito. Sou apenas um fragmento no meio da multidão. Minha busca é constante e ferrenha pela transmissão dos sentimentos misturados à técnica. . Além de tudo, acredito na arte como o espelho do ser humano. Essa que transforma e anuncia o belo”, disse o artista.


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 Dia do Artista Plástico
8 de maio, às 19h30
Galeria Newton Navarro (Funcarte) - Natal/RN
 
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maio 02, 2013

RABEQUEIROS DE PERNAMBUCO EM NATAL/RN

CARAVANA RABEQUEIROS DE PERNAMBUCO
 Rabequeiros de Pernambuco leva a cultura da região para o Brasil
 Projeto Caravana Rabequeiros de Pernambuco surge como uma 
continuidade para a preservação e difusão da rabeca
O  talento dos quatro representantes tem tido 
 ótima aceitação de crítica e público
Fotografia: Agência Pavio/Divulgação

 CARAVANA RABEQUEIROS DE PERNAMBUCO

 Por
 Assessoria Comunicação
Projeto Rabequeiros de Pernambuco

O rústico e tradicional som da rabeca vai invadir casas de shows de Sul a Nordeste do País com a caravana "Rabequeiros de Pernambuco". Quatro dos mais ativos solistas da rabeca do País reúnem-se pela primeira vez e apresentam o espetáculo Caravana Rabequeiros de Pernambuco numa turnê nacional. A passagem da Caravana pela capital potiguar acontece no dia 15 de maio, às 20 horas, no Teatro Alberto Maranhão.
 
No palco, Cláudio Rabeca, Maciel Salu, Renata Rosa e Mestre Luiz Paixão integram o projeto, que nasceu de um CD homônimo, lançado em 2011. Estão na rota da turnê, começando agora em maio, São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Natal (RN), João Pessoa (PB) e Recife (PE). As composições privilegiam o forró de rabeca e o cavalo marinho.

Tanto o disco quanto a caravana foram projetos de Cláudio Rabeca contemplados por editais do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). O primeiro reuniu 24 rabequeiros, entre mestres da Zona da Mata pernambucana e músicos consagrados. "Para a turnê, sabia que era mais difícil reunir tanta gente, então enxuguei mais. A ideia é apresentar artistas nascidos ou atuantes no estado. Eu mesmo sou de Natal, mas minha história com a rabeca começou aqui", conta.
 
Cláudio está há 12 anos em Pernambuco. Foi na Cidade Tabajara, em Olinda, onde aprendeu a tocar rabeca com o famoso mestre Salustiano. "Aprendi muito rápido a tocar, o próprio Salu se surpreendeu. Então, começaram a me chamar de Cláudio Rabeca, e eu vi que tinha mercado bom para mim. Agora, a rabeca virou meu ganha-pão", disse. 
 
 
  RABEQUEIROS DE PERNAMBUCO
 O rabequeiro, ao lado do repentista, do cantador e do violeiro, integra 
uma força cultural milenar que foi transplantada para o nordeste 
brasileiro onde vicejou quase sempre na marginalidade.
Fotografia: Agência Pavio/Divulgação

 CARAVANA

A ideia é dar mais visibilidade à rabeca, um instrumento musical de cordas que ainda sofre preconceitos, segundo Cláudio. Além dos shows, o projeto conta com aulas-espetáculo, ministradas pelos artistas, de forma gratuita, nas cidades onde a caravana vai passar. "É uma forma de as pessoas conhecerem mais a rabeca. Tem gente que a acha desafinada, e pelo timbre rústico a comparam com o som do violino, que tem um som diferente", falou.

Marcante entre diversas gerações, a rabeca se desvela no show do tradicional som de Mestre Luiz Paixão ao ouvido “forasteiro” de Renata Rosa, entre solos, duetos ou com os quatro em cena ao mesmo tempo. 
 
O repertório, intercalado entre pontuações instrumentais e canções, traz um pouco das músicas dos quatro artistas e algumas surpresas conjuntas. Numa ambiência polivalente, derivada da mistura entre as singularidades de cada um dos Rabequeiros e Músicos, é possível viajar pelo universo particular da rabeca e a sua relevância entre as matizes da música pernambucana.

 RABEQUEIROS DE PERNAMBUCO
Etapa Nordeste
Natal - 15.05 | Fortaleza - 16.05 | João Pessoa - 18.05 | Recife - 19.05

BAGAGEM CULTURAL

A Rabeca é muito usada nos Forrós. Historiadores relataram que antes da existência do Forró que conhecemos no formato atual, com Sanfona, Zabumba e Triângulo - formação tradicional criada por Luiz Gonzaga -, os Forrós do início do século XX, eram feitos por instrumentos como a Rabeca e Pífano e o Fole de Oito Baixos.

Atualmente, o Forró de Rabeca encontra-se bem representado e difundido por bandas como o Quarteto Olinda (PE), Rabecado (PE), Pé de Mulambo (SP) e trabalhos de Rabequeiros como Mestre Luiz Paixão, Maciel Salu,
Cláudio Rabeca e Renata Rosa
 
 MESTRE LUIZ PAIXÃO
 Fotografia: Agência Pavio/Divulgação

Mestre Luiz Paixão é um baluarte da cultura pernambucana, nascido no engenho Palmeira, em Aliança (Zona da Mata Norte, PE). Neto, sobrinho e primo de ilustres rabequeiros, iniciou seu aprendizado aos oito anos. A convivência intensa com a rabeca veio desde cedo, principalmente pela proximidade com o avô Manoel Alves, que o ensinou as escalas e os movimentos. Seu Luis Paixão, referência musical da Zona da Mata Norte, expande o conhecimento da rabeca em seu ambiente caloroso da música popular de rua para além de suas fronteiras tradicionais. Na sua trajetória, vem tomando parte em diversos projetos contemporâneos com participações em encontros de rabequeiros nacionais, além de transitar também pelo universo da música instrumental, com destaque para a sua colaboração junto ao violinista francês Nicolas Krassik.

 MACIEL SALU
 Fotografia: Agência Pavio/Divulgação

Rabequeiro, cantor e compositor, Maciel Salu mescla originalidade e referências dos mestres da cultura pernambucana. Além de participações em grupos como Orquestra Santa Massa e Orquestra Contemporânea de Olinda, Maciel Salu lançou em carreira solo três álbuns: A Pisada é Assim (2003), Na Luz do Carbureto (2007) e Mundo (2010), que quebra rótulos e traz roupagem contemporânea.
 
 
 CLÁUDIO RABECA
 Fotografia: Agência Pavio/Divulgação

Músico desde 1999, Cláudio Rabeca, leva na assinatura o encanto por instrumentos de cordas como Rabeca, Viola de 10 cordas, Violão e Guitarra e também percussão popular. Toca no Cavalo Marinho Estrela de Ouro, Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife e é rabequeiro da banda Quarteto Olinda. Além de trilhas sonoras, gravações de DVD e CDs em parceria com artistas nacionais e internacionais, lançou seu disco solo Luz do Baião e o álbum duplo Rabequeiros de Pernambuco.
 
 
RENATA ROSA
 Fotografia: Agência Pavio/Divulgação

 Flertando entre cantar, compor e tocar rabeca, Renata Rosa, conquistou respaldo com seu disco de estreia Zunido da Mata, premiado internacionalmente (CHOC DE L’ANNÉE 2004 — prêmio máximo da crítica francesa, dado pelo Le Monde de la Musique, além dos prêmios COUP DE COUER, BRAVO! 5 ÉTOILES). Lançou a obra do rabequeiro Luiz Paixão na trilha sonora da minissérie televisiva A Pedra do Reino, de Luiz Fernando Carvalho, e, entre outros feitos, chega amadurecida com um novo fruto, o CD Manto dos Sonhos (produzido por Antonio Pinto), com o qual recebeu o PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA 2009 – MELHOR CANTORA REGIONAL. Seu trabalho é caracterizado pelo cruzamento de elementos do coco, do cavalo-marinho, da ciranda, dos xangôs, de ritmos indígenas, da música moura e ibérica não necessariamente “modernizados” ou tornados “mais eruditos”, mas desenvolvidos e desdobrados a partir de suas próprias estruturas essenciais.

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 PROGRAMAÇÃO ETAPA NORDESTE

Natal
Dia: 15/05/2013
Local: Teatro Alberto Maranhão
Horário: 20h
Endereço: Praça Augusto Severo s/n - Ribeira - Natal

Fortaleza
Dia: 16/05/2013
Local: Centro Dragão do Mar - Anfiteatro
Horário: 20h
Endereço: R Dragão do Mar, 81 - Iracema - Fortaleza

João Pessoa
Dia 18/05/2013
Local: Sala Digital Vladimir Carvalho - Usina Cultural Energisa
Horário: 20h
Endereço: Av. Juarez Távora, 243 - Torre - João Pessoa

Recife
Dia 19/05/2013
Local: Teatro Santa Isabel
Horário: 19h
Endereço: Praça da República - Santo Antônio - Recife
 
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abril 25, 2013

ROBSON HADERCHPEK E A ARTE DO ENCONTRO

 
 ROBSON CARLOS HADERCHPEK
Ator, diretor, pesquisador e professor de teatro da UFRN
Em 2006 foi contemplado pelo PAC (Programa de Ação Cultural 
do Governo do Estado de São Paulo), em 2008 foi um dos 
vencedores do Mapa Cultural Paulista e em 2009 ganhou 
juntamente com o Grupo Teatro dos Andarilhos
 o prêmio FUNARTE de Teatro de Rua
  Fotografia: Divulgação
 
 A ARTE DO ENCONTRO
PROFESSOR DO DEPARTAMENTO DE ARTES DA UFRN
MINISTRA WORKSHOP NA UNIVERSIDADE DE VIENA
 
Por
Assessoria Comunicação 
DEART/UFRN
 
Robson Carlos Haderchpek, professor do curso de Teatro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi convidado para realizar o workshop “A Arte do Encontro: Como um grupo cria novos rituais para si” que acontece no período de 24 a 28 de junho de 2013 na Universidade de Viena, na Áustria. O curso é um dos desdobramentos de suas pesquisas “Teatro, Ritual e Processos Criativos” e “Teatro e Espiritualidade”, desenvolvidas na UFRN junto com o Arkhétypos Grupo de Teatro.
 
O convite surgiu a partir do contato do pesquisador com a professora Angelika Hauser-Dellefant, diretora do Departamento de Música e Movimento da Universidade de Música e Artes Cênicas de Viena - Áustria, uma das mais conceituadas da Europa, no “IDEA 2010: 7º Congresso Mundial de Drama/Teatro e Educação” que foi realizado em Belém (PA) em julho de 2010.
 
A UFRN e a Universidade de Viena já vêm a algum tempo estudando possibilidades de parcerias institucionais. Em 2011, a UFRN recebeu a pesquisadora Anita Gritsch, orientanda da Profa. Angelika Hauser-Dellefant para ministrar a oficina “Corpo, Conte e Cante” no evento “Contos da Terra… Cantos do Mar”, promovido pelo Grupo Arkhétypos de Teatro em parceria com a Pró-reitoria de Extensão (PROEX), Núcleo de Arte e Cultura (NAC) e Departamento de Artes da UFRN.
 
O Grupo Arkhétypos de Teatro também foi convidado a apresentar o espetáculo “Aboiá” na Universidade de Viena. O espetáculo é o resultado de um ano e meio de pesquisas sobre o universo da cultura sertaneja. “Aboiá” foi vencedor do Prêmio Nacional de Teatro Myriam Muniz – Categoria Montagem 2012 e estreia nos dias 03, 04 e 05 de maio no Barracão dos Clowns, em Natal/RN.

   Fotografia: Divulgação
 
ROBSON CARLOS HADERCHPEC

Ator, diretor, professor e pesquisador formado e pós-graduado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Começou a estudar teatro em 1994 no Núcleo de Artes Cênicas do Sesi de Rio Claro. Realizou diversos trabalhos artísticos e acadêmicos. Foi professor e coordenador do Curso de Artes Cênicas do Centro Universitário Barão de Mauá - Ribeirão Preto /SP. 
 
Atualmente é docente do Curso de Teatro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Também desenvolve atividades artísticas na área de interpretação, direção, preparação corporal de atores e arte-educação. Participou como ator de diversos espetáculos, dentre eles os mais recentes: "Entre Goivas e Cinzel" (2005-2007) e "O Rouxinol e a Rosa" (2005). Também dirigiu uma série de espetáculos de cunho acadêmico e profissional, dentre eles: “Andanças” (2009), “As Troianas” (2009), "Carolinas" (2007), “Alice Nonsense” (2007), “A Terceira Margem do Rio” (2007), "Murucututu" (2007), "As rosas não falam (2006)", "Venha ver o pôr do sol" (2005-2006), "Navalha na Carne" (2005), "Pixei e saí correndo pau no c... de quem tá lendo..." (2004-2005) etc.. 
 
Em 2006 foi contemplado pelo PAC (Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo), em 2008 foi um dos vencedores do Mapa Cultural Paulista e em 2009 ganhou juntamente com o Grupo Teatro dos Andarilhos o prêmio FUNARTE de Teatro de Rua. 
 
 Fotografia: Divulgação
 
GRUPO ARKHÉTYPOS DE TEATRO
 
O Grupo Arkhétypos de Teatro iniciou seu trabalho em março de 2010.  Atua nas áreas de extensão e pesquisa, produzindo espetáculos teatrais que almejam estabelecer relação entre a sociedade e o meio acadêmico. Coordenado por um docente do Curso de Teatro da UFRN e atuando com colaboradores de áreas afins. 
 
 A proposta trazida pelo coordenador do grupo, o Prof. Dr. Robson Haderchpek, consistia em pesquisar as "Histórias de Pescador" e o universo simbólico inerente a este contexto. Começou assim uma pesquisa que contou com a parceria dos moradores da Vila de Ponta Negra. Após seis meses de pesquisa de campo, o grupo fechou-se em laboratórios a fim de trazer para o corpo, e posteriormente para cena, todo o estudo acerca do tema. O resultado final foi o espetáculo “Santa Cruz do Não Sei” que estreou em uma curta temporada em junho de 2011. 
 
As atividades desenvolvidas no projeto são norteadas por uma metodologia de caráter empírico buscando valorizar ações de diálogo entre as produções acadêmicas e a sociedade local. O projeto, de natureza interdisciplinar, busca também criar um espaço de troca e de reflexão a respeito das produções artísticas do município de Natal e da Região.
 
O Arkhétypos vem conquistando espaço no cenário local, nacional e agora, internacional. Contudo, segundo informações da própria UFRN, ainda aguarda a verba do Ministério da Cultura para custear as passagens aéreas para a Áustria.
 
...fonte...
 www.cchla.ufrn.br
 
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